Criminosos, como Vortaro, atual "estrela do crime" no Brasil, podem ser descobertos e punidos, mas é preciso conscientizar as populações do mundo todo que o combate ao crime não pode ser limitado a ações individualizadas. Ou seja, a ameaça não vem de um outro grupo corrupto, não acaba quando o indivíduo é preso e punido, porque o mundo está lidando com um sistema que vem sendo plantado ha muito tempo e que criou raízes.
Talvez a imagem mais adequada para isso seria a de tentáculos da extrema direita, que sempre foi subestimada pela própria cultura política, em um mundo que desde o começo do século XX sofreu interferência histórica de rebaixamento da capacidade crítica e da conscientização política.
Tentáculos não percebidos antes, disfarçados na influência do cinema, televisão e do domínio da grande mídia. Criou-se o mito do "inimigo vermelho", que perdura até hoje, mesmo diante da obviedade de que o comunismo foi usado como capa para esconder o colonialismo pretendido pela extrema direita. Que por sua vez conseguiu transformar evidências em "teorias conspiratórias".
A extrema direita apenas definiu a força do sionismo recentemente, quando emergiu do esconderijo trazendo a discussão entre judaísmo e sionismo, sionismo cristão (essa "categoria" realmente surpreendeu os mais distraídos) e toda uma barafunda de conceitos artificiais que desembocam em um mesmo buraco: o neofascismo, neonazismo, o populismo de direita e o novo termo trumpismo ou bolsonarismo. São referências que mostram que a direita defende o poder centralizado e autoritário.
A mesma internet que é usada para imbecilizar populações serve também para esclarecer até que ponto vão as tentativas de doutrinação e domínio mental da política sionista. Pelo menos até que as redes sejam definitivamente dominadas pelo sionismo.
Se apenas o calo sabe onde o sapato aperta, o antigo método de criar caos para justificar guerra, invasão e roubo de soberania para escravidão de países, hoje não funciona muito bem. Trump não criou essa investida contra soberanias, apenas é mais um boneco de trapo (digo, de trump...) de um sistema poderoso que detém o maior poder financeiro do planeta e domínio de personalidades políticas e jurídicas, graças a bem sucedidas táticas de envolvimento ou sedução.
A extrema direita corrompe direta e indiretamente. Isso quer dizer que muita gente cai na rede da corrupção não por ter perfil criminoso, mas pela ambição, vaidade, pelo medo e pela insegurança.
Para entender como isso acontece na política, basta observar a maneira como o crime organizado opera. Como as máfias ganham poder. Ao investir no crime organizado, a extrema direita amplia a dimensão de seus tentáculos e domina politicamente, elegendo pessoas treinadas para essa finalidade e absolutamente submissas a esse sistema, e domina judicialmente, através de treinamento ou da alienação de membros do sistema Judiciário em todas as instâncias.
Imaginar que a queda de "líderes" como Trump ou tantos outros que encabeçam os interesses da extrema direita, resolvem a ameaça de guerras e invasões, de interferência e roubo de recursos naturais, é ingênuo. O sistema implantado cria novas lideranças. O fator humano, cada vez mais, é absolutamente descartável nas intenções sionistas.
O recurso para lidar com a ameaça que ganha contornos cada vez mais perigosos para a humanidade é o mesmo de toda a história humana: conscientizar os riscos, buscar conhecimento e assim conseguir reduzir a manipulação.

