MIRNABLOG analisa os acontecimentos e discute as dúvidas com imparcialidade, respeitando a sua inteligência
quinta-feira, abril 30, 2026
O ABSURDO AUTORITARISMO DO CONGRESSO
quinta-feira, abril 23, 2026
COMO ESCRAVIZAR UM PAÍS...COM SUA AJUDA!
O sujeito diz que é de direita, conservador, porque "sente maior segurança" e receia o progressismo porque "não sabe o que vai acontecer".
É assim que se cai nas malhas políticas do ditatorialismo.
É assim que o cidadão mantém a escravidão a interesses privados!
Conservadorismo significa o que?
Teoricamente, políticos da extrema direita e centro direita propagam que são "conservadores". Para quem não acompanha as ações ou confia apenas nas manchetes, aparentemente isso equivaleria a defesa de valores tradicionais, como família, religião e propriedade privada e preservação de costumes tradicionais.
Mas o que acontece na pratica é justamente o contrário! O conservadorismo da política neoliberal significa predação...
A questão toda é: políticas neoliberais são sinônimo de neocolonialismo.
A confusão acontece porque o termo "liberalismo" dos anos 60 tinha conotação popular de fortalecimento do Estado. Obviamente, minar o poder do Estado era feito com maior discrição. Hoje é o contrário: o neoliberalismo privilegia a força privativista em detrimento da força do Estado com um descaramento assustador!.Nos anos 90 o Brasil foi submetido a uma politica governamental de privatizações. Estatais foram vendidas, a começar por siderúrgicas, bancos, telecomunicações, rodovias e aeroportos. O Banerj por exemplo, foi vendido ao Itaú! O país era governado pela direita e centro direita do PSDB.
A fúria das privatizações, sempre realizadas abaixo de seu valor, foi controlada a partir de 2002.
Com o golpe parlamentar de 2016, as privatizações retornam com grande força. O governo do golpe anunciou 25 projetos de concessões e privatizações, em leilões que assombraram o mundo: além de atingir setores essenciais, houve uma espécie de "saldão" de um dos maiores tesouros brasileiros, o Pré-sal.
Hoje candidatos do liberalismo e da extrema direita defendem que essas privatizações devem continuar. Que o Estado deve ser mínimo e o poder privado soberano. E a população deve continuar a pagar impostos. Mas esses impostos não retornam mais ao setor público, ficando no privado.
Se você privatiza e reduz o Estado, você deixa de ser um cidadão com poder de pressão sobre o privado. O Estado representa o que? Representa o cidadão e a soberania. Pagamos impostos e votamos em gerenciadores (legisladores e Executivo|) para administrar nosso bem, que é o país. Constitucionalmente, o povo decide esse gerenciamento.
O Judiciário assegura que assim seja (ou deveria assegurar), em decisão democrática que deve ser apoiada pelas Forças Armadas, que existem com o único objetivo de defender a soberania do país!
Mas se você privatizar setores essenciais e reduzir o poder do Estado, você terá o risco de interesses externos, de outros países, com suas multinacionais ou até organismos civis e militares, que terão acesso facilitado às riquezas, impondo regras através de setores privatizados.
Isso equivale a colocar em risco a soberania nacional.
A privatização de todos os setores e riquezas do Brasil, como petróleo, água e energia, saúde e educação, significa domínio sobre o povo e portanto, sobre o Estado.
Vamos a um exemplo do neoliberalismo: a saúde e seu sucateamento, que leva à dependência das empresas de planos de saúde e da indústria farmacêutica! Você corre o risco de morrer na porta de hospitais que só vão atende-lo se pagar caro. O Estado não interfere. Não regula preços, não assume sua responsabilidade. Não fornece a medicação que é cara demais para o cidadão adquirir!
Se quem manda é o privado, os resultados ficam à mercê do mercado.
Produtos mais caros ou mais baratos vão depender desse mercado, que não impedirá duas grandes ameaças: a formação de grandes cartéis e o poder de grandes corporações estrangeiras sobre setores essenciais, como petróleo, energia elétrica, água!
O privado determina o que e como você vai comer, já que existe o domínio da indústria de agrotóxicos. Ser obrigado a comer alimentos com alto percentual de agrotóxicos, porque isso enriquece empresários rurais e os fabricantes de venenos, é um dos muitos riscos da política neoliberal!
Sabe onde fica a sua livre iniciativa de mercado? O pequeno, médio e grande empresário brasileiro?Enterrados sob o peso das grandes corporações!
sexta-feira, abril 17, 2026
A PERIGOSA POLÍTICA SIONISTA
O sionismo israelense não é repentino, assim como o sionismo americano não surgiu com Donald Trump. Esse tipo de política intervencionista e ditadora vem sendo desenvolvida há muito tempo.
Talvez ainda não tenhamos conscientizado o perigo de um Estado que utiliza as piores formas de tortura e que, de certa forma, quer que o mundo saiba disso.
Claro que essa Israel postiça, que ocupou a Palestina graças a interesses dos EUA e Inglaterra (o Reino Unido é o berço do sionismo existente nos EUA e em Israel) assume uma postura cínica e debocha diante do mundo, já que o sionismo considera-se onipotente. Sua política é perigosa, mas seu poder é limitado e depende do descuido internacional para dominar soberanias.
De fato EUA e Israel tem o grande arsenal nuclear e muitos recursos para invadir e ditar ordens. Tem países dominados e chantageados como apoio político e militar, Mas não é onipotente como quer sugerir ao intimidar o mundo.
Na verdade nenhum país com grande força militar e nuclear é onipotente, porque para provar sua supremacia o risco de destruição será imenso. O sionismo, maior tradução da extrema direita, sabe disso muito bem. Por isso encena, ameaça, promove o terror a conta-gotas, para avançar sua área de poder.
A força desse tipo de política é baseada em uma metodologia antiga: a de criar um mito de poder e invulnerabilidade, enquanto vai varrendo a liberdade de paises de menor porte e fortalecendo essa imagem para acuar e intimidar reações do mundo. Tudo isso recheado de mentiras e da ilusão cultural.
Quem tem o poder no mundo? Avaliando a expectativa do sionismo, o poder está nas mãos das grandes redes sociais. A internet, dominada, produz em escala infinitamente maior do que o cinema, televisão, grande mídia, a desinformação que interessa à extrema direita.
Um exemplo é provocação feita por Trump ao colocar-se como "cristo salvador", em uma montagem feita pela IA e de críticas absurdas feitas ao Papa Leão XIV.
Algo extremamente ridículo, mas que atingiu um objetivo, a provocação. E gerou polêmica: o objetivo foi atacar o Papa Leão XIV? Ou desmoralizar Jesus Cristo, colocando um déspota em sua figura? Ou talvez tentar colocar o sionismo como muito mais poderoso do que a fé cristã?
Uma coisa é certa: podemos descartar esse fato como obra de um maluco ou de um idoso que exercendo a presidência de um dos países mais poderosos do mundo, os EUA, estaria sofrendo de alguma demência.
Por que?
Ora, a história mostra que um presidente dos EUA nunca atuou com autonomia, apesar da propaganda na ficção hollywoodiana mostrar um sujeito firme, ético e com autoridade máxima em seu cargo.
A realidade mostra que o presidente americano que sair da linha de ação já programada e controlada, não fica no cargo.
Pelo menos quatro presidentes dos EUA foram assassinados e outros cinco morreram por problemas de saúde. Tudo isso em pouco mais de um século. O que torna a "coincidência" um dado importante para avaliar o sistema americano.
Coincidentemente também, países sob domínio americano, seja após invasões, seja pela força econômica, seguem um sistema semelhante. Pode ser a Arábia Saudita ou a Argentina atual, que mantém completa submissão às determinações dos EUA
Trump, portanto, não é um imperador, mas um fantoche que segue uma cartilha ou um método.
Portanto essa publicação alçando Trump à figura do maior simbolo do cristianismo e tentando desmoralizar o catolicismo colocando o Papa como um instrumento político omisso (aos interesses do sionismo americano), foi planejada e não fruto de um demente. Mesmo porque se Trump fosse de fato um sujeito sem qualquer cognição ou senso político, sequer teria conseguido retornar ao poder depois do fiasco de 2020.
A perigosa política sionista não depende um um líder, ela cria suas lideranças, que em geral são exercidas por indivíduos de pouca inteligência, mas obediência total às determinações dessa extrema direita.
Trump irá de fato sofrer de demência quando não servir mais aos interesses do poder que impera nos EUA. Mas por enquanto, serve como boi de piranha!
domingo, abril 12, 2026
O MAIOR PODER É A DESTRUIÇÃO DO MUNDO
Todos sabemos que existe uma questão fundamental para a paz: o respeito e a ética neste nosso novo mundo global, onde fica bem claro que não existe um "povo inferior" ou um "povo superior", mas simplesmente maior arsenal e tecnologia.
O que se discute é validade de nações como os EUA e Israel ao invadir e matar, para explorar riquezas minerais ou espaços de interesse geopolítico para um poder centralizado. Israel pode ter avançado sobre a Palestina e os EUA ter invadido, entre tantos outros países, a Venezuela, sequestrando o presidente e impondo regras de mercado.
Mas até onde irá isso? EUA e Israel não são os mais poderosos do mundo. Podem bater em países pacíficos sem arsenal nuclear, da mesma forma que um sujeito grandão bate em outro franzino. Mas na hora do "vamos ver", podem ser derrotados por outros maiores, como a China, a Rússia, o Irã e outros, como a Coréia, India, etc.
segunda-feira, abril 06, 2026
OS TENTÁCULOS DA EXTREMA DIREITA
Criminosos, como Vorcaro, atual "estrela do crime" no Brasil, podem ser descobertos e punidos, mas é preciso conscientizar as populações do mundo todo que o combate ao crime não pode ser limitado a ações individualizadas. Ou seja, a ameaça não vem de um outro grupo corrupto, não acaba quando o indivíduo é preso e punido, porque o mundo está lidando com um sistema que vem sendo plantado ha muito tempo e que criou raízes.
Talvez a imagem mais adequada para isso seria a de tentáculos da extrema direita, que sempre foi subestimada pela própria cultura política, em um mundo que desde o começo do século XX sofreu interferência histórica de rebaixamento da capacidade crítica e da conscientização política.
Tentáculos não percebidos antes, disfarçados na influência do cinema, televisão e do domínio da grande mídia. Criou-se o mito do "inimigo vermelho", que perdura até hoje, mesmo diante da obviedade de que o comunismo foi usado como capa para esconder o colonialismo pretendido pela extrema direita. Que por sua vez conseguiu transformar evidências em "teorias conspiratórias".
A extrema direita apenas definiu a força do sionismo recentemente, quando emergiu do esconderijo trazendo a discussão entre judaísmo e sionismo, sionismo cristão (essa "categoria" realmente surpreendeu os mais distraídos) e toda uma barafunda de conceitos artificiais que desembocam em um mesmo buraco: o neofascismo, neonazismo, o populismo de direita e o novo termo trumpismo ou bolsonarismo. São referências que mostram que a direita defende o poder centralizado e autoritário.
A mesma internet que é usada para imbecilizar populações serve também para esclarecer até que ponto vão as tentativas de doutrinação e domínio mental da política sionista. Pelo menos até que as redes sejam definitivamente dominadas pelo sionismo.
Se apenas o calo sabe onde o sapato aperta, o antigo método de criar caos para justificar guerra, invasão e roubo de soberania para escravidão de países, hoje não funciona muito bem. Trump não criou essa investida contra soberanias, apenas é mais um boneco de trapo (digo, de trump...) de um sistema poderoso que detém o maior poder financeiro do planeta e domínio de personalidades políticas e jurídicas, graças a bem sucedidas táticas de envolvimento ou sedução.
A extrema direita corrompe direta e indiretamente. Isso quer dizer que muita gente cai na rede da corrupção não por ter perfil criminoso, mas pela ambição, vaidade, pelo medo e pela insegurança.
Para entender como isso acontece na política, basta observar a maneira como o crime organizado opera. Como as máfias ganham poder. Ao investir no crime organizado, a extrema direita amplia a dimensão de seus tentáculos e domina politicamente, elegendo pessoas treinadas para essa finalidade e absolutamente submissas a esse sistema, e domina judicialmente, através de treinamento ou da alienação de membros do sistema Judiciário em todas as instâncias.
Imaginar que a queda de "líderes" como Trump ou tantos outros que encabeçam os interesses da extrema direita, resolvem a ameaça de guerras e invasões, de interferência e roubo de recursos naturais, é ingênuo. O sistema implantado cria novas lideranças. O fator humano, cada vez mais, é absolutamente descartável nas intenções sionistas.
O recurso para lidar com a ameaça que ganha contornos cada vez mais perigosos para a humanidade é o mesmo de toda a história humana: conscientizar os riscos, buscar conhecimento e assim conseguir reduzir a manipulação.