quarta-feira, maio 20, 2026

VOCÊ NÃO É ESQUERDA, NEM DIREITA?

Como você define seu voto em um país democrático? 

É essa a pergunta que a maioria esmagadora dos brasileiros não sabe responder. Por que? Porque não existe capacidade de estabelecer o que significa realmente o peso do seu voto. 

A maioria da população não tem acesso à  informação e conteúdo  da relação de  cada cidadão com a política. Quantas vezes não ouvimos esta frase: "Não sou direita, nem esquerda"...Tudo bem, então se é o que? Como se vota se não houver uma definição da ideologia política, que demonstre qual é a intenção de um partido político quando tiver poder de decisão sobre a vida e morte do cidadão através  de leis e ações?

A verdade é que não existe educação política. Claro, a escola ensina que temos uma Constituição e os três poderes, Judiciário, Executivo e Legislativo. Mas ninguém entende direito o que isso significa e como um regime democrático pode se transformar em um autoritarismo do Legislativo com o voto manipulado e inconsequente!





No palanque improvisado sobre um caminhão, a pessoa, em meio ao grupo que se espremia na carroceria, de microfone em punho, berrava aflito que "as elites não iriam impedir a classe trabalhadora de revolucionar este país" e abertamente reforçava o discurso de "elite x povo".
Esquerda é isso?
E aqueles que defendem berrando  "pátria, família e deus" , que se dizem conservadores, mas que na verdade são outro extremo, o da direita, que coloca o poder nas mãos de uma "elite econômica"?

Que confuso, não é? 

É essa a confusão do brasileiro (e de cidadãos do mundo todo) quando se fala em política e resume-se à questão dos conflitos em duas metades: direita e esquerda!
Será assim tão simples?

"Esquerda e direita" ajudou a definir a luta da população na Revolução francesa, no finzinho do século 18, quando a situação ficava à direita e os insatisfeitos à esquerda do presidente no parlamento. Ou seja, foi casual, mas marcou a referência: aqueles que desejavam manter uma política basicamente voltada para o capital, pragmática e seletiva (lado direito) e aqueles que não aceitavam essa condição rebaixamento social, reivindicando maior justiça social, equiparando as condições de sobrevivência de todos os cidadãos (sentados do lado esquerdo)

O que aconteceu ao longo do tempo?

A simplificação da política não foi bem sucedida. Houve subdivisões da ideia "direita, esquerda" e surgiram na Europa as variações que buscavam uma realidade prática da política.

A esquerda, assim como a direita, tem seus extremos e portanto houve necessidade de nominar as caracteristicas dos movimentos políticos. Extrema esquerda entre os mais radicais, que defendiam o comunismo e o trotskismo  (nivelamento da sociedade).
Centro-esquerda os grupos que defendiam o socialismo-democrático, progressistas e social-democratas (e ambientalistas, humanistas). Nesse caso não há rejeição ao capital e aos recursos econômicos, mas também não se exclui os direitos humanos básicos.
Já a direita também pode ser dividida entre radicais (com politicas que chegam ao fascismo ou nacional socialismo), conservadores que privilegiam o pragmatismo e o capital em detrimento das condições da massa, se assim for preciso, ou democratas cristãos, que são conservadores em assuntos sociais. 

Em outras palavras, não consideram as necessidades sociais uma prioridade, se elas vierem a modificar a prática do capital. 

A interpretação de que "esquerda é comunismo" é um equívoco alimentado pela "direita", que explorou o receio da massa em perder bens e liberdade com "essa ameaça". O comunismo é apenas uma ideologia de esquerda, baseado na teoria da igualdade, que dificilmente conseguiu ser aplicada.

A predominância da esquerda  é a democracia baseada na redução da pobreza e na abertura  de condições de sobrevivência dignas, com acesso à educação e saúde. Não pretende nivelar a sociedade, mas evitar desajustes que levem ao desequilíbrio nocivo do meio. Seria o chamado Progressismo, que admite o capital, mas busca redução da concentração da riqueza em uma minoria (que aumenta a pobreza e sobrevivência da maioria) e o acesso de toda a população a educação e saúde de qualidade. 

Não tem cabimento interpretar a esquerda como "comunismo" ou anti-democracia. O problema é a verdadeira barafunda que polariza e acaba servindo de escada para a extrema direita.
Por essa razão a esquerda radical acaba prejudicando os movimentos de esquerda que tentam reabilitar a democracia e preservar os direitos. São ferozes em suas críticas aos acordos com conservadores em governos democráticos, considerando a necessidade de  "acabar" com os moldes das politicas econômicas, ao invés de encontrar novos parâmetros de convivência entre as necessidades do capital e a dignidade humana.

E assim como os radicais de direita, os radicais  de esquerda tem um ponto comum: reforçam a ideia de luta de classes e a existência de uma "raça superior" traduzida na palavra "elite".

Elite, na verdade, ´traduz o que é mais valorizado. Ora, usar esse termo em um momento de confusão da informação, como este que vivemos, acaba reforçando também a ideia de fragilidade popular, diante de "semideuses" valorizados. 
Quem apoia fracassados? 
Ora, as classes que tentam subir economicamente acabam aderindo à essa falsa ideia de "superioridade" social e acabam apoiando ideias de radicais de direita ou direita conservadora, por mera ilusão, voltando-se contra a "esquerda" que seria "dos pobres".

O termo "elite e plebe" portanto, é uma arma contra a democracia de fato, usada pelos extremistas de direita e de esquerda. Prejudica a esquerda que busca o equilibrio através da democracia, discutindo a miséria e as políticas econômicas de maneira mais realista e produtiva para todos, ricos, remediados ou pobres!

 Hoje não temos nobreza. Apenas pobreza. Esse tipo de discurso de classes fortalece setores conservadores e ratifica a sensação de fragilidade da sociedade. Aí temos este quadro: de um lado os grupos que têm poder econômico (e portanto político). De outro os grupos sociais e politicos que misturam teorias de esquerda radicais e pouco funcionais (não há muito espaço para defesa de divisão equitativa entre os cidadãos do mundo) e aqueles que de fato defendem a democracia plena, buscando um equilibrio das realidades. E no meio temos a imensa massa de pessoas que não entende nada e fica balançando entre um e outra influência. (Mirna Monteiro)

sábado, maio 02, 2026

EXISTEM CÉREBROS CORRUPTOS?

 


Provavelmente você já ouviu falar em cérebro corrupto.  Ou seja, a corrupção não seria simplesmente uma questão de caráter, mas uma tendência do indivíduo que teria sua origem em um defeito nos genes, assim como outros problemas como o retardo mental ou a psicopatia.
O assunto já foi muito discutido em simpósios neuropsiquiátricos e resume uma óbvia constatação: o cérebro corrupto demonstra um comportamento que viola o senso natural de justiça simplesmente porque  não consegue  avaliar e sentir sentimentos morais, como repulsa e nojo, necessários para a rejeição de atos que prejudicam o semelhante, como a corrupção e outros crimes.

Se assim for, teríamos uma explicação razoável para a corrupção e a violência que acontecem  cada vez mais em várias partes do mundo desde as décadas de 60 e 70, justamente o período de grandes transformações nos costumes e na moral das sociedades, pressionadas por uma mídia poderosa que derrubou antigos conceitos e  crenças, substituídos pelo culto ao supérfluo. 
Mas com o acesso à internet e às infindáveis possibilidades de expressão sem consequências, a quantidade de pessoas intolerantes com o semelhante e muito abertas à corrupção, disparou!

O cérebro corrupto é oportunista. Em um ambiente sem moral ou de baixa vigilância ele solta as rédeas e "faz a festa", ciente de que não haverá consequências.

Quer dizer que o cérebro corrupto raciocina, sabe que comete um crime ou erro grave, dependendo do tipo de sua corrupção o suficiente para frear ou não as suas ações. Mas não acha que está errado, apenas tem medo de ser punido. É a expectativa de ter seu crime descoberto que impede a corrupção de acontecer.

Muito interessante. A boa notícia é que esse defeito que leva ao cérebro corrupto acontece com uma minoria, assim como a psicopatia que pode levar aos assassinatos seriais, ou "serial killers".
A má notícia é que o chamado "neuromarketing", que busca atingir as áreas do cérebro para tornar propagandas - políticas ou comerciais - mais poderosas, torna as pessoas que não tem o cérebro corrupto, mas apenas um cérebro influenciável, apáticas em relação aos crimes de corrupção, como se eles fossem uma espécie de ficção que não representaria ameaça a elas. O que, obviamente, é um engano perigoso.

Eis aí uma batalha entre o Bem e o Mal: respeitar as regras criadas em textos legais e acordos sociais para manter a paz, ou atropelar todos os direitos comunitários em troca de poder individual, levando à guerras que podem ir desde uma discussão doméstica ou no trânsito, até confrontos perigosos no mundo. 

 Uma característica das pessoas da extrema direita é a impossibilidade de reconhecer o direito alheio e o equilíbrio da natureza. É como se enxergassem seres humanos, animais, plantas, enfim, com olhos de predador primitivo.

sexta-feira, maio 01, 2026

UM PLANETA DE TOUPEIRAS

 EUA e Israel agem como se tivessem poder para destruir o mundo.

Não é a toa que Israel possui 1,5 milhão de bunkers! Públicos e privados!

Talvez provoquem o mundo no "vai ou racha": ou conseguem centralizar o poder mundial atuando como terroristas, ou acabam provocando uma guerra de consequências desastrosas, confiando em seus abrigos sob o solo.

Vão imperar em um planeta destruído...caso sobrevivam como toupeiras...

quinta-feira, abril 30, 2026

O ABSURDO AUTORITARISMO DO CONGRESSO

Aprendemos que o Poder Legislativo existe para representar os interesses da população. Seja municipal, estadual ou federal. 
E daí?
Daí que é um "prato cheio" para a extrema direita, que tem como objetivo centralizar poder. Ora, se um país tem um ditador, que fecha o Congresso e dissolve o Poder Judiciário, ele certamente tem os dias contados, como mostra a história das civilizações.
Mas se um Congresso que possui centenas de parlamentares na Câmara Federal e Senado tiver suas cadeiras ocupadas por uma maioria de partidos que, mesmo com siglas aparentemente democráticas, defende interesses da extrema direita com um neoliberalismo que age em detrimento da população e da soberania do país, atingir esses objetivos é bem mais fácil, mesmo com um poder Executivo democrático.
O problema é que população foi doutrinada pela mídia e outras fontes para acreditar que vereadores, deputados e senadores são uma espécie de "brinde político", que não precisa prestar contas de suas  burrices ou maldades.
Outro problema é que isso acontece  porque as pessoas acreditam que política "é difícil" e resolvem confiar cegamente em quem já atua dentro dela, flutuando entre a lógica e irracionalidade das propagandas nas redes. 
Por esse motivo temos hoje o que está sendo popularmente chamado de "Congresso inimigo do povo".
É claro que o sistema eleitoral ajuda a "puxar" nomes sem votos, com a tal proporcionalidade ( se um elemento nocivo tiver  muita votação, ele elege outros do mesmo partido mesmo que não tenham qualquer representatividade popular). 
Mas basicamente é a ilusão do eleitor, a falta de critério e a preguiça de realmente saber quem é o vereador, deputado ou senador que recebe seu voto.
Hoje temos no Congresso parlamentares que ganham muito dinheiro para outros ganharem dinheiro. 
Pior: como são maioria, extrapolam  seus limites e prejudicam a população, para atingir seus  objetivos pessoais.
Um Congresso assim é muito perigoso para o futuro do brasileiro!


quinta-feira, abril 23, 2026

COMO ESCRAVIZAR UM PAÍS...COM SUA AJUDA!

O sujeito diz que é de direita, conservador, porque "sente maior segurança" e receia o progressismo porque "não sabe o que vai acontecer". 

É assim que se cai nas malhas políticas do ditatorialismo. 

É assim que o cidadão mantém a escravidão a interesses privados!

Conservadorismo significa o que? 

Teoricamente, políticos da extrema direita e centro direita propagam que são "conservadores". Para quem não acompanha as ações  ou confia apenas nas manchetes, aparentemente isso equivaleria a defesa de valores tradicionais, como família, religião e  propriedade privada e preservação de costumes tradicionais.

Mas o que acontece na pratica é justamente o contrário! O conservadorismo da política neoliberal significa predação...

A questão toda é: políticas neoliberais são sinônimo de neocolonialismo.

A confusão acontece porque o termo "liberalismo" dos anos 60 tinha conotação popular de fortalecimento do Estado. Obviamente, minar o poder do Estado era feito com maior discrição. Hoje é o contrário: o neoliberalismo privilegia a força privativista em detrimento da força do Estado com um descaramento assustador!.

Nos anos 90 o Brasil foi submetido a uma politica governamental de privatizações. Estatais foram vendidas, a começar por siderúrgicas, bancos, telecomunicações, rodovias e aeroportos. O Banerj por exemplo, foi vendido ao Itaú! O país era governado pela direita e centro direita do PSDB.

A fúria das privatizações, sempre realizadas abaixo de seu valor, foi controlada a partir de 2002.
Com o golpe parlamentar de 2016, as privatizações retornam com grande força. O governo do golpe anunciou 25 projetos de concessões e privatizações, em leilões que assombraram o mundo: além de atingir setores essenciais, houve uma espécie de "saldão" de um dos maiores tesouros brasileiros, o Pré-sal.

Antes de deixar a presidência, Bolsonaro privatizou tantas outras estatais importantes, como a Eletrobrás, de maneira a retirar o controle da União, a BR Distribuidora, que vendeu o controle da Petrobrás (hoje o Governo Federal não pode mais agir de maneira eficiente contra a alta nos derivados de petróleo causada pela guerra dos EUA contra o Irã) e muitas outras importantes empresas. 

Hoje candidatos do liberalismo e da extrema direita defendem que essas privatizações devem continuar. Que o Estado deve ser mínimo e o poder privado soberano. E a população deve continuar a pagar impostos. Mas esses impostos não retornam mais ao setor público, ficando no privado.

Se você privatiza e reduz o Estado, você deixa de ser um cidadão com poder de pressão sobre o privado. O Estado representa o que? Representa o cidadão e a soberania. Pagamos impostos e votamos em gerenciadores (legisladores e Executivo|) para administrar nosso bem, que é o país. Constitucionalmente, o povo decide esse gerenciamento.
O Judiciário assegura que assim seja (ou deveria assegurar), em decisão democrática que deve ser apoiada pelas Forças Armadas, que existem com o único objetivo de defender a soberania do país!

Mas se você privatizar setores essenciais e reduzir o poder do Estado, você terá o risco de interesses externos, de outros países, com suas multinacionais ou até organismos civis e militares, que terão acesso facilitado às riquezas, impondo regras através de setores privatizados.
Isso equivale a colocar em risco a soberania nacional.

A privatização de todos os setores e riquezas do Brasil, como petróleo, água e energia, saúde e educação, significa domínio sobre o povo e portanto, sobre o Estado.

Vamos a um exemplo do neoliberalismo: a saúde e seu sucateamento, que leva à dependência das empresas de planos de saúde e da indústria farmacêutica! Você corre o risco de morrer na porta de hospitais que só vão atende-lo se pagar caro. O Estado não interfere. Não regula preços, não assume sua responsabilidade. Não fornece a medicação  que é cara demais para o cidadão adquirir!

Se quem manda é o privado, os resultados ficam à mercê do mercado.

Produtos mais caros ou mais baratos vão depender  desse mercado, que não impedirá duas grandes ameaças: a formação de grandes cartéis e o poder de grandes corporações estrangeiras sobre setores essenciais, como petróleo, energia elétrica, água!

O privado determina o que e como você vai comer, já que existe o domínio da indústria de agrotóxicos. Ser obrigado a comer alimentos com alto percentual de agrotóxicos, porque isso enriquece empresários rurais e os fabricantes de venenos,  é um dos muitos riscos da política neoliberal!

 Sabe onde fica a sua livre iniciativa de mercado? O pequeno, médio e grande empresário brasileiro?Enterrados sob o peso das grandes corporações!

sexta-feira, abril 17, 2026

A PERIGOSA POLÍTICA SIONISTA

 O sionismo israelense não é repentino, assim como o sionismo americano não surgiu com Donald Trump. Esse tipo de política intervencionista e ditadora vem sendo desenvolvida há muito tempo. 

Talvez ainda não tenhamos conscientizado o perigo de um Estado que utiliza as piores formas de tortura e que, de certa forma, quer que o mundo saiba disso.

Claro que essa Israel postiça, que ocupou a Palestina graças a interesses dos EUA e Inglaterra (o Reino Unido é o berço do sionismo existente nos EUA e em Israel) assume uma postura cínica e debocha diante do mundo, já que o sionismo considera-se onipotente. Sua política é perigosa, mas seu poder é limitado e depende do descuido internacional para dominar soberanias.

De fato EUA e Israel tem o grande arsenal nuclear e muitos recursos para invadir e ditar ordens. Tem países dominados e chantageados como apoio político e militar, Mas não é onipotente como quer sugerir ao intimidar o mundo.

Na verdade nenhum país com grande força militar e nuclear é onipotente, porque para provar sua supremacia o risco de destruição será imenso. O sionismo, maior tradução da extrema direita, sabe disso muito bem. Por isso encena, ameaça, promove o terror a conta-gotas, para avançar sua área de poder.

A força desse tipo de política é baseada em uma metodologia antiga: a de criar um mito de poder e invulnerabilidade, enquanto vai varrendo a liberdade de paises de menor porte e fortalecendo essa imagem para acuar e intimidar reações do mundo. Tudo isso recheado de mentiras e da ilusão cultural.

Quem tem o poder no mundo? Avaliando a expectativa do sionismo, o poder está nas mãos das grandes redes sociais. A internet, dominada, produz em escala infinitamente maior do que o cinema, televisão, grande mídia, a desinformação que interessa à extrema direita.

Um exemplo é provocação feita por Trump ao colocar-se como "cristo salvador", em uma montagem feita pela IA e de críticas absurdas feitas ao Papa Leão XIV.

Algo extremamente ridículo, mas que atingiu um objetivo, a provocação. E gerou polêmica: o objetivo foi atacar o Papa Leão XIV? Ou desmoralizar Jesus Cristo, colocando um déspota em sua figura? Ou talvez tentar colocar o sionismo como muito mais poderoso do que a fé cristã?


Uma coisa é certa: podemos descartar esse fato como obra de um maluco ou de um idoso que exercendo a presidência de um dos países mais poderosos do mundo, os EUA, estaria sofrendo de alguma demência.


Por que?


Ora, a história mostra que um presidente dos EUA nunca atuou com autonomia, apesar da propaganda na ficção hollywoodiana mostrar um sujeito firme, ético e com autoridade máxima em seu cargo.
A realidade mostra que o presidente americano que sair da linha de ação já programada e controlada, não fica no cargo.


Pelo menos quatro presidentes dos EUA foram assassinados e outros cinco morreram por problemas de saúde. Tudo isso em pouco mais de um século. O que torna a "coincidência" um dado importante para avaliar o sistema americano.

Coincidentemente também, países sob domínio americano, seja após invasões, seja pela força econômica, seguem um sistema semelhante. Pode ser a Arábia Saudita ou a Argentina atual, que mantém completa submissão às determinações dos EUA

Trump, portanto, não é um imperador, mas um fantoche que segue uma cartilha ou um método.
Portanto essa publicação alçando Trump à figura do maior simbolo do cristianismo e tentando desmoralizar o catolicismo colocando o Papa como um instrumento político omisso (aos interesses do sionismo americano), foi planejada e não fruto de um demente. Mesmo porque se Trump fosse de fato um sujeito sem qualquer cognição ou senso político, sequer teria conseguido retornar ao poder depois do fiasco de 2020.

A perigosa política sionista não depende um um líder, ela cria suas lideranças, que em geral são exercidas por indivíduos de pouca inteligência, mas obediência total às determinações dessa extrema direita.

Trump irá de fato sofrer de demência quando não servir mais aos interesses do poder que impera nos EUA. Mas por enquanto, serve como boi de piranha!

domingo, abril 12, 2026

O MAIOR PODER É A DESTRUIÇÃO DO MUNDO

Todos sabemos que existe uma questão fundamental para a paz: o respeito e a ética neste nosso novo mundo global, onde fica bem claro que não existe um "povo inferior" ou um "povo superior", mas simplesmente maior arsenal e tecnologia.

O que se discute é validade de nações como os EUA e Israel ao invadir e matar, para explorar riquezas minerais ou espaços de interesse geopolítico para um poder centralizado. Israel pode ter avançado sobre a Palestina e os EUA ter invadido, entre tantos outros países, a Venezuela, sequestrando o presidente e impondo regras de mercado.

Mas até onde irá isso? EUA e Israel não são os mais poderosos do mundo. Podem bater em países pacíficos sem arsenal nuclear, da mesma forma que um sujeito grandão bate em outro franzino. Mas na hora do "vamos ver", podem ser derrotados por outros maiores, como a China, a Rússia, o Irã e outros, como a Coréia, India, etc.

segunda-feira, abril 06, 2026

OS TENTÁCULOS DA EXTREMA DIREITA

Criminosos, como Vorcaro, atual "estrela do crime" no Brasil, podem ser descobertos e punidos, mas é preciso conscientizar as populações do mundo todo que o combate ao crime não pode ser limitado a ações individualizadas. Ou seja, a ameaça não vem de um outro grupo corrupto, não acaba quando o indivíduo é preso e punido, porque  o mundo está lidando com um  sistema que vem sendo plantado ha muito tempo e que criou raízes. 

Talvez a imagem mais adequada para isso seria a de tentáculos da extrema direita, que sempre foi subestimada pela própria cultura política, em um mundo que desde o começo do século XX sofreu interferência histórica de rebaixamento da capacidade crítica e da conscientização política.

Tentáculos não percebidos antes, disfarçados na influência do cinema, televisão e do domínio da grande mídia. Criou-se o mito do "inimigo vermelho", que perdura até hoje, mesmo diante da obviedade de que o comunismo foi usado como capa para esconder o colonialismo pretendido pela extrema direita. Que por sua vez conseguiu transformar evidências em "teorias conspiratórias". 

A extrema direita apenas definiu a força do sionismo recentemente, quando emergiu do esconderijo trazendo a discussão entre judaísmo e sionismo, sionismo cristão (essa "categoria" realmente surpreendeu os mais distraídos) e toda uma barafunda de conceitos artificiais que desembocam em um mesmo buraco: o neofascismo, neonazismo, o populismo de direita e o novo termo trumpismo ou bolsonarismo. São referências que mostram que a direita defende o poder centralizado e autoritário.

A mesma internet que é usada para imbecilizar populações serve também para esclarecer até que ponto vão as tentativas de doutrinação e domínio mental da política sionista. Pelo menos até que as redes sejam definitivamente dominadas pelo sionismo.

Se apenas o calo sabe onde o sapato aperta, o antigo método de criar caos para justificar guerra, invasão e roubo de soberania para escravidão de países, hoje não funciona muito bem. Trump não criou essa investida contra soberanias, apenas é mais um boneco de trapo (digo, de trump...)  de um sistema poderoso que detém o maior poder financeiro do planeta  e domínio de personalidades políticas e jurídicas, graças a bem sucedidas táticas de envolvimento ou sedução. 

A extrema direita corrompe direta e indiretamente. Isso quer dizer que muita gente cai na rede da corrupção não por ter perfil criminoso, mas pela ambição, vaidade, pelo medo e pela insegurança. 

Para entender como isso acontece na política, basta observar a maneira como o  crime organizado opera. Como as máfias ganham poder. Ao investir no crime organizado, a extrema direita amplia a dimensão de seus tentáculos e domina politicamente, elegendo pessoas treinadas para essa finalidade e absolutamente submissas a esse sistema, e domina judicialmente, através de treinamento  ou da alienação de membros do sistema Judiciário em todas as instâncias. 

Imaginar que a queda de "líderes" como Trump ou tantos outros que encabeçam os interesses da extrema direita, resolvem a ameaça de guerras e invasões, de interferência e roubo de recursos naturais, é ingênuo. O sistema implantado cria novas lideranças. O fator humano, cada vez mais, é absolutamente descartável nas intenções sionistas. 

O recurso para lidar com a ameaça que ganha contornos cada vez mais perigosos para a humanidade é o mesmo de toda a história humana: conscientizar os riscos, buscar conhecimento e assim conseguir reduzir a manipulação. 


quinta-feira, março 19, 2026

BOLSONARO CHORA A PRISÃO DOMICILIAR

 O crime cometido por Jair Bolsonaro é de fato muito grave. Digamos que se ele fosse um sujeito comum, estaria na penitenciária e qualquer problema de saúde seria tratado dentro das condições de outros 900 mil presidiários que assim como o ele, foram condenados por crimes graves ou menos graves. 

Muito bem, mas Bolsonaro, como ex-presidente, apesar de seus crimes com provas concretas, mereceu deferências especiais. Não foi encaminhado para uma prisão comum, mas recebeu o benefício da prisão domiciliar. Acabou cometendo várias infrações, até chegar ao absurdo de tentar corromper a tornozeleira eletrônica com uma solda. 

Ainda assim foi transferido para a chamada Papudinha, uma ala do Complexo Penitenciário da Papuda, com acomodações de dar inveja à maioria dos trabalhadores honestos no Brasil e em outros paises do mundo: 64 metros quadrados de uso exclusivo dele, com quarto, sala, banheiro, cozinha e área externa para sol e exercícios, com direito a equipamento de fisioterapia. 

A mordomia do criminoso Bolsonaro ainda mantinha acesso a atendimento médico 24 horas e outras regalias. 

Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão em novembro do ano passado. Ou seja, em poucos meses causou uma balburdia total. Na metade de janeiro ultimo foi transferido para a Papudinha, mas continuou causando. Sempre reclamando de alguma doença. Um laudo da PF mostrou que teria hipertensão (a maioria dos brasileiros jovens ou velhos sofrem disso), apneia de sono (extremamente comum entre pessoas com mais de 60 anos) obesidade clínica (como tantas outras pessoas no mundo), aterosclerose ( se exames forem realizados em adultos, essa pode ser considerada uma doença comum, que o diga a quantidade de medicamentos consumida no país) e refluxo (é mais fácil achar quem não tem refluxo depois dos 70 anos). Além disso consta sequelas abdominais, que dizem ser de uma facada, contestada por muitos, sugerindo sequela de câncer. 

Em resumo, ficar na Papudinha foi uma grande vantagem para Bolsonaro como presidiário, já que tanto as condições do ambiente como o acompanhamento médico 24 horas são um luxo que a população honesta, que nunca cometeu crime algum, não tem...

Mas então qual o motivo de transferir esse presidiário para a prisão domiciliar?

A resposta é: política! Estamos em ano eleitoral!

Mas aí você pergunta: mas como assim? 

Há duas questões aqui. Uma delas é o desespero da extrema direita, de partidos como PL, Novo, União Brasil, entre outros partidos que dominam o Congresso hoje (que aliás recolheu cerca de 170 assinaturas para transferência de Bolsonaro para domiciliar), que não têm base nenhuma de campanha e dependem de Bolsonaro, seja através do filho Flávio, seja da esposa Michelle, para eleitores que apoiam o sistema do capital ou desconhecem fatos e seguem a "evangelização política", para tentar reaver o poder. 

Outra questão, do outro lado da moeda: há quem acredite que se Bolsonaro, que parece ter a saúde toda comprometida (apesar de poder viver muito mais, como tantos idosos nessa condição) for para sua acomodação na Papudinha, e piorar, apesar do conforto do ambiente, os partidos de direita e extrema direita vão usar esse fato para torna-lo uma espécie de mártir (sei que é absurdo, mas nessa extrema direita tem de tudo) e conseguir votos para retomar o poder, com apoio de trumpistas e sionistas. 

Ora, se assim for, mais um motivo para manter a decisão da Justiça. Para tornar um criminoso um "mártir", a extrema direita estará abrindo a porteira da tolerância ao crime, seja ele qual for. As fortunas pagas a advogados sem ética pelos criminosos milionários vão atropelar as centenas de milhares de presidiários com crimes muito menos graves. E se manter a Justiça é risco para a democracia, a extrema direita, com seu poder de centralizar decisões, já sai ganhando antes mesmo do pleito deste ano!

Não existe nenhuma certeza de que Bolsonaro estará mais saudável em uma prisão domiciliar do que na Papudinha. Pelo contrário, poderá ter mais dor de cabeça em casa, onde filho e esposa disputam a preferência para candidatura à presidência da República, sob pressão de partidos como PL. 

Portanto a decisão deverá ser exclusivamente técnica, dentro das alternativas oferecidas pela lei. E se por um acaso realmente for o caso de uma prisão domiciliar para um criminoso que corrompeu a tornozeleira e não conseguiu permanecer 3 meses detido em acomodações especiais, que haja rigorosidade para evitar que domicílio vire comitê eleitoral! 

Sabe por que? Porque a extrema direita não tem ética, respeito à leis, nem compromisso com a verdade. Quer poder! E sem dúvida vão usar a figura de Bolsonaro como a sua única bandeira, como vampiros secando o que resta da saúde desse presidiário para conseguir eleitorado entre as camadas menos informadas da população, que tenta saber o que acontece nas mentiras e distorções veiculadas em postagens nas redes sociais.


segunda-feira, março 09, 2026

O TOM ALARANJADO DE VORCARO COM O MASTER

 É óbvio que a rede de corrupção ligada a Daniel Vorcaro é extensa e envolve políticos do Centrão e da extrema direita, como Ciro Nogueira e tantos outros alinhados ao bolsonarismo.


Em meio a tudo isso entretanto, surgem nomes inesperados que estariam nos celulares de Vorcaro e de sua namorada Marta Graeff, em conversas truncadas e sem grandes detalhes.

A questão é a seguinte: considerando as datas dessas conversas, já em fase de liquidação do banco Master, não haveria entre elas a intenção de confundir verdadeiros envolvidos com outras pessoas de reputação ilibada em um caso escabroso de corrupção que embola o tráfico de drogas, mercado financeiro e políticos estrategicamente doutrinados e inseridos no Congresso Nacional?

Certamente as investigações vão concluir que o caso do banco Master não é isolado, ou seja, não se trata apenas de um mero embuste financeiro, mas de um jogo de poder político.

O ICL Notícias mostrou em uma entrevista inédita a ligação existente entre Vorcaro e o narcotraficante espanhol Oliver Ortiz de Zarate Martin, que teria sido o principal investidor na operação de compra do Banco Master. E muito mais: o operador de mercado financeiro Benjamim Botelho de Almeida seria o elo entre Vorcaro e Ortiz. A PF apurou que Benjamim Botelho seria o sócio oculto e operador financeiro de Vorcaro nos EUA.

Em meio a isso surgem outras evidências, mostrando que Vorcaro é apenas um verniz cobrindo os verdadeiros interesses na criação de um banco chamado Máximo, fundado em 1970 , depois do golpe militar, que logo depois do golpe branco que derrubou a presidente Dilma Rousseff, passou por reformulações em 2018 e durante o governo Bolsonaro passou a ser o Banco Master.

No ano passado, em 2025, o Master foi liquidado pelo Banco Central por irregularidades financeiras, em uma verdadeira teia de fraudes e Daniel Vorcaro foi preso.

Tudo indica que a prisão de Vorcaro não termina com o caso do Banco Master. Ele seria uma espécie muito bem remunerada de laranja. Há muita gente envolvida. E vamos supor que essa rede que envolve tráfico e poder financeiro dentro do Brasil interesse a projetos de poder externo: Trump já está ameaçando o Brasil ao anunciar que pretende classificar PCC e CV como organizações terroristas, querendo abrir espaço para intervenções, como sanções e ações militares no país!

Nesse caso o próprio terrorismo realizado pelos EUA, em dobradinha com a inteligência sionista de Israel, conecta-se com o escândalo do Banco Master, que teria como fundo o poder do narcotráfico e o trabalho de pessoas com cargos políticos dentro do Legislativo brasileiro, que continuam a abrir espaço para perda da soberania nacional.

Nesse caso é bom lembrar sempre de analisar com seriedade e cuidado nomes são jogados nessa panela de corrupção e terrorismo, com intuito de criar uma generalização da criminalidade na política e no sistema judiciário, que favorece os verdadeiros chefões dessa nova máfia cibernética e com grande poder financeiro e bélico, que pretende dominar o mundo.

segunda-feira, março 02, 2026

O RISCO DAS INVESTIDAS DE ISRAEL E EUA

 Todos sabemos que Israel e EUA são os vilões da história.

Claro que graças à decadência de sua persuasão e a evidência de suas mentiras ardilosas, que atravessaram principalmente os dois últimos séculos (não vamos esquecer aqui o lado podre do Reino Unido também), não enganam quem tem um mínimo de neurônios funcionando.

Mas ainda assim é surreal a cara de pau do sionismo judeu, norte-americano e também europeu, na estratégia de invasão da soberania dos países do Oriente Médio e da América Latina.

O que temos são ditadores assassinos que hoje usam Trump e Netanyahu na linha de frente para arregaçar sua crueldade, sem preocupação em mostrar os fundilhos de desculpas já puídas
para criar um clima de legalidade na destruição de soberanias.

Os EUA e Israel não têm vergonha de mostrar que não estão "nem aí" para a ética e a opinião do mundo.

Por esse motivo é preciso admitir que pouco a pouco, de guerra em guerra, de genocídios e caos, nenhum país neste planeta está a salvo de uma colonização monstruosa e de uma centralização de poder que não é mais ficção, mas meta.

quarta-feira, fevereiro 11, 2026

ESTRATÉGIAS DA REDE MACABRA LIGADA A EPSTEIN



Nada mais fácil do que criar uma rede de comprometimento baseada em dois pilares dantescos: primeiro alimentando pessoas doentes e psicopatas com orgias, pedofilia e até seitas demoníacas em encontros em ilha paradisíaca e iates, mantendo comprometimento do poder político na base da chantagem.

Segundo, envolvendo estrategicamente celebridades ou pessoas de alta respeitabilidade em contatos fortuitos, para desviar o olhar dos verdadeiros criminosos e criar a ilusão de que "todo mundo não presta"! Ou ninguém neste mundo seria digno de confiança.

Essa tática, que também é interpretada como um método aplicado pela extrema direita, está explícita no caso escabroso que envolve milionários e políticos com óbvias patologias, como psicopatia, pedofilia, pederastia e uma infinidade de desdobramentos de comportamentos completamente contrários ao respeito humano e às leis que regem o mundo.

A constatação dessa "cartilha do caos", doutrina seguida por pessoas que se identificam com a extrema direita, como o sionismo, em seus diferentes níveis, é a prova definitiva de que o joio e o trigo precisam ser cuidadosamente distinguidos e separados, porque os criminosos se escondem atrás de pessoas inocentes que são acusadas e levianamente consideradas culpadas pelas mídias.


segunda-feira, fevereiro 09, 2026

EXIBICIONISMO DA VIOLENCIA DO ICE

 Está complicado entender a estratégia da extrema direita nos EUA. É tudo explícito em demasia. Quer dizer que Trump (leia-se republicanos e sionistas) coloca poder nas mãos de um grupo de outro país, treinado em táticas de repressão e assassinatos por Israel, para perseguir cidadãos americanos e imigrantes , prendendo até criancinhas, assim, de cara lavada, sem disfarçar e evidente semelhança com as ações do nazismo e outros governos genocidas?

Por que?

Não deve ser por chantagem do caso Epstein, já que o mundo inteiro já sabe que Trump é pedófilo e tudo mais de ruim que ainda possa emergir dos milhões de documentos neste caso escabroso.

Não é também para conquistar a permanência na presidência dos EUA, já que possui garantias de uma maioria republicana no Congresso americano.

Há quem diga a intenção é provocar caos para justificar a federalização de Estados contrários à sua política eugenista e violenta.

Quem poderá dizer com certeza o objetivo de todo esse jogo sujo está fora de cena. Não é Trump ou Netanyahu, tampouco outros bonecos vestidos de líderes. Porque Trump pode cair logo adiante, mas o jogo continuará, como uma versão macabra da mitologia que coloca os deuses de um olimpo de poder financeiro manipulando vida e morte dos pobres mortais...

quarta-feira, janeiro 21, 2026

A DIREITA QUE ESCORREGA PARA O NEONAZISMO

 Quem disser que a extrema direita é feita de "mileis", "salazares" ou "trumps" está distraído. Esses são apenas laranjinhas do poder que ameaça democracias e a sobrevivência futura.

O que é extrema direita ou ultra direita? Uma denominação de um poder que pretende centralizar e tornar o mundo submisso em seu potencial humano, político, econômico.


Mas por trás das ações desse extremismo perigoso, que não respeita soberanias ou a humanidade, há um potencial financeiro que foi criado ao longo de séculos e que atingiu uma absurda concentração durante as guerras do século XX e recentes, com o domínio da inteligência artificial.


Aí você pergunta: ora, ora, isso não seria teoria da conspiração? Essa mania de tentar explicar fatos adversos como sendo causados por grupos secretos como sionistas ou marcianos, ou reptilianos, etc e tal?


Bem, muita gente que se corrompe e morde a própria cauda integrando grupos extremistas, eugenistas, xenofóbicos, racistas, que alimentam a tese da supremacia racial e apoiam o controle genético, nem sabe direito onde está se metendo.


João Klug, um estudioso da História Social, define o neonazismo como "o velho nazismo acondicionado" aos novos tempos. E isso encontra lógica na maneira que a extrema direita opera, em seus slogans e na sedução programada de pessoas, jovens ou não, que tem baixa autocrítica e diferentes graus de psicopatia.


Mas o que ou quem coordena essas ações que "lavam" a capacidade cognitiva e tornam pessoas que seriam razoavelmente pacíficas em uma sociedade ética, tornando-as violentas e imunes aos bom senso?

Calcula-se que em São Paulo haja mais de cem células neonazistas, segundo estudos realizados pela pesquisadora Adriana Dias.

Mas o lugar onde há mais grupos, proporcionalmente, considerando a quantidade de habitantes, é em Santa Catarina.


A explicação para isso remonta ao final da segunda guerra, quando nazistas que anteciparam a derrota em 1945 evadiram-se para os EUA e América do Sul, na Argentina e no sul do Brasil. Incluindo carrascos como Franz Stangl e Josef Mengele, o "anjo da morte" de Auschwitz.


Portanto é fato de que a extrema direita é uma realidade perigosa e avança no mundo todo, independente das loucuras de Trump, que fez com o sionismo americano deixasse os bastidores para o palco global.

quinta-feira, janeiro 15, 2026

A EXTREMA DIREITA NUA E CRUA

 É assustador acompanhar o crescimento da violência da extrema direita dos EUA e Israel.

Por que, se isso sempre aconteceu? Afinal os EUA sempre tiveram um perfil invasor e colonialista e Israel repetiu a prática desde que conseguiu a primeira área na Palestina.

O que mais assusta é que a política sionista não esconde mais a violência, não tenta argumentar ou justificar, não mostra preocupação em dar algum ar de legalidade à sua ação criminosa.
A extrema direita, com Trump, quer mesmo é desafiar o mundo, como se já tivesse autorização do destino para imperar acima do bem ou do mal!

Aí você percebe que essa extrema direita, o neonazismo descarado, o sionismo violento, resolveram que "vai ou racha". Vai porque intimida todos os países, invadindo nações de menor ou nenhum poder bélico.

Afinal, o Sionismo tem nas mãos as big tech, a maior arma de manipulação e espionagem do planeta, com poder de interferir também na maioria dos ataques bélicos.

Por isso as figuras colocadas à frente, como Trump no caso dos EUA, seguem "comendo pelas beiradas", desestruturando os países árabes e invadindo "discretamente" países, como a Venezuela no absurdo sequestro de Maduro. De maneira confiante, considerando que essa estratégia não dará motivo suficiente para o poderia bélico da China, Rússia, Índia e Coreia do Norte ser acionado, apenas ficar de prontidão caso pisem nos seus respectivos calos.

Mas o mundo pode ficar tranquilo com essa estratégia que destrói soberanias evitando uma guerra perigosa com as grandes potências?

Parece óbvio que não! Porque pisar de leve nos calos dos grandes não resulta em resposta imediata, mas não evita o perigo de uma guerra futura. A infiltração de agentes da inteligência, seja CIA, seja Mossad, como no caso do Irã, para criar o caos, indica que não há como permitir esse avanço sobre os países árabes e a América Latina, sem pagar um preço altíssimo para o mundo, incluindo as grandes potências.

Ao tentar dominar e invadir países através da derrubada de democracias com golpes para exercer controle ou simplesmente assassinar ou sequestrar lideranças para impor condições, os EUA e Israel (Trump age juntamente com Netanyahu e mercenários sionistas) apostam que as grandes potências não vão arriscar uma guerra nuclear que não só destruirá a economia mundial, como a sobrevivência de todo o planeta, a curto ou longo prazo, dependendo do poder dos ataques.

Por isso é assustadora a confiança dessa extrema direita que resolveu despir o falso véu de democrática.

terça-feira, janeiro 06, 2026

A ONU SEM PODER DAS NAÇÕES UNIDAS

 Todos sabemos que a ONU ou Organização das Nações Unidas, foi uma criação dos EUA e parceiros, como o Reino Unido, em 1945, logo após a investida do exército russo enfraquecer o nazismo na Alemanha e levar à vitória dos aliados.

Para que serve a ONU? Ou melhor, a quem serve a ONU...Obviamente sua criação foi baseada na necessidade de uma democrática participação mundial para manter a paz e a segurança internacional. 

Mas a representatividade nas cadeiras com direito ao voto foi parcial! Os 51 países membros foram limitados por cinco membros do Conselho permanente, encabeçado pelos EUA, França, Reino Unido, Rússia e China. Apenas esses tem direito ao veto e os EUA utilizam seu poder de veto à vontade. 

Em 1947 a ONU aprovou a partilha da Palestina. Os judeus e os  sionistas, claro, aceitaram a oferta, mas os árabes não acharam certo ceder suas terras nessa decisão externa. A partir desse momento, o papel da ONU começou a ser observado pelo mundo e a pergunta surgiu: quem manda na ONU?

Neste momento de grande tensão mundial, quando os EUA  (e seu  porta-voz) presidente Trump ameaçam invadir soberanias sob argumentos abusivos, a limitação da Organização das Nações Unidas fica óbvia. Sua estrutura de poder de voto e de vetos não tem representatividade internacional. Os membros podem opinar, discursar e votar, mas os países não tem força para impedir os interesses norte-americanos. 


segunda-feira, janeiro 05, 2026

INVASÃO, SEQUESTRO E ASSASSINATOS, A SAGA DOS EUA NA VENEZUELA

Os EUA tentam se impor através do medo e da humilhação de líderes de países que se recusam a ser comandados por interesses externos. É uma espécie de "lição" que evidencia a ameaça a todos que se recusarem a ajoelha-se diante de suas vontades econômicas e políticas.

Isso não é novidade. Mas a exposição clara de suas ações é inédita!

Os grupos de poder extremista sediados principalmente nos EUA, que atuaram no último século financiando o poder cultural e domínio da mídia para comandar a economia mundial e criar o maior poder bélico do planeta, agora, diante da perda de influência no mundo global, abrem o jogo para invadir abertamente a América Latina.

A pergunta é: por que o mundo que depende do livre comércio e da ética internacional parece reticente  em obrigar um recuo dos interesses nocivos dos EUA?

Talvez porque a estratégia tenha sido justamente "comer pelas beiradas", ou seja, os EUA implantaram ao longo do tempo invasões diretas e indiretas (beneficiando-se de golpes de Estado e criando maiorias da extrema direita em ambiente legislativo dos países) e paulatinamente foram neutralizando oposições.

Não fez ainda "guerra aberta", como no caso do Oriente Médio desde que instalou Israel e o regime sionista na Palestina. Utilizou uma guerra de bastidores, como cupins roendo silenciosamente as soberanias.

Por esse motivo a  "sinceridade" trumpista adotada no momento surpreendeu o mundo. Literalmente, os EUA abriram o jogo ao realizar o burlesco sequestro de Nicolás Maduro e de sua esposa, surpreendidos enquanto dormiam no quarto pelas "forças especiais" (como se essa especialidade justificasse a  violência e o crime de invasão) em uma ação marginal que assassinou friamente pessoas que faziam a segurança do presidente venezuelano e de civis que estavam próximos a "explosões estratégicas" em Caracas, Miranda, Aragua e La Guaira.

Para coroar o seu poder imenso diante do mundo, os EUA carregaram Maduro de correntes e algemas, cobrindo seus olhos e cabeça com um saco preto (quee dizem por aí ser um boné do mickey mouse...) e espalharam as fotos do presidente venezuelano dominado pelo imperialismo americano.

O que também não é novidade. Outros líderes que se atreveram a desobedecer as ordens dos EUA na exploração de recursos naturais de seus países, também foram submetidos à humilhação pública, que já é uma ameaça aos outros países.

A Venezuela foi a vítima desta vez porque, como o próprio Trump declarou, não cedeu as suas reservas de petróleo (a maior do planeta) aos interesses corporativos dos poderosos grupos dos EUA.

Quem será a próxima vítima?  

Aparentemente toda a América Latina está na mira e utilizar metáforas ou diplomacia não devem surtir efeito para impedir a fúria conquistadora da extrema direita ou do sionismo no mundo. Grosseiramente falando, os EUA querem toda a América Latina sob seu domínio nos bastidores, em uma democracia relativa e uma farsa da livre soberania. Na mira estão países como o México, Colômbia, Cuba e também o Brasil, com suas  reservas hídricas, minerais e naturais que fazem inveja ao resto do mundo.

É bom lembrar que os EUA já contam com líderes da extrema direita na Argentina, Uruguai, Equador e Chile.

O que vai acontecer  com a democracia brasileira com esta ameaça dos EUA?

sábado, janeiro 03, 2026

MOCINHOS E BANDIDOS EM TERRAS SEM LEIS

 Os EUA de Trump quer ser temido pelo mundo?

Como não temer a ausência da ética e do respeito, que permite invadir um país sorrateiramente e sequestrar um governante?

Não é possível aceitar uma ação que vem se repetindo perigosamente. A invasão de países com ou sem guerra aberta é condenável.

EUA e Israel tem a mesma linha de ação. O regime sionista de Israel cria justificativas para invadir países do mundo árabe, enquanto os EUA criam atritos na Europa, com uma desastrada interferência na Ucrânia, e investe contra a América Latina, mirando a Venezuela e suas riquezas minerais, enquanto tenta limitar a autonomia de toda América do Sul!

Existe outra leitura de todos os acontecimentos registrados?

Arquivo do blog