É assustador acompanhar o crescimento da violência da extrema direita dos EUA e Israel.
Por que, se isso sempre aconteceu? Afinal os EUA sempre tiveram um perfil invasor e colonialista e Israel repetiu a prática desde que conseguiu a primeira área na Palestina.O que mais assusta é que a política sionista não esconde mais a violência, não tenta argumentar ou justificar, não mostra preocupação em dar algum ar de legalidade à sua ação criminosa.
A extrema direita, com Trump, quer mesmo é desafiar o mundo, como se já tivesse autorização do destino para imperar acima do bem ou do mal!
Aí você percebe que essa extrema direita, o neonazismo descarado, o sionismo violento, resolveram que "vai ou racha". Vai porque intimida todos os países, invadindo nações de menor ou nenhum poder bélico.
Afinal, o Sionismo tem nas mãos as big tech, a maior arma de manipulação e espionagem do planeta, com poder de interferir também na maioria dos ataques bélicos.
Por isso as figuras colocadas à frente, como Trump no caso dos EUA, seguem "comendo pelas beiradas", desestruturando os países árabes e invadindo "discretamente" países, como a Venezuela no absurdo sequestro de Maduro. De maneira confiante, considerando que essa estratégia não dará motivo suficiente para o poderia bélico da China, Rússia, Índia e Coreia do Norte ser acionado, apenas ficar de prontidão caso pisem nos seus respectivos calos.
Mas o mundo pode ficar tranquilo com essa estratégia que destrói soberanias evitando uma guerra perigosa com as grandes potências?
Parece óbvio que não! Porque pisar de leve nos calos dos grandes não resulta em resposta imediata, mas não evita o perigo de uma guerra futura. A infiltração de agentes da inteligência, seja CIA, seja Mossad, como no caso do Irã, para criar o caos, indica que não há como permitir esse avanço sobre os países árabes e a América Latina, sem pagar um preço altíssimo para o mundo, incluindo as grandes potências.
Ao tentar dominar e invadir países através da derrubada de democracias com golpes para exercer controle ou simplesmente assassinar ou sequestrar lideranças para impor condições, os EUA e Israel (Trump age juntamente com Netanyahu e mercenários sionistas) apostam que as grandes potências não vão arriscar uma guerra nuclear que não só destruirá a economia mundial, como a sobrevivência de todo o planeta, a curto ou longo prazo, dependendo do poder dos ataques.
Por isso é assustadora a confiança dessa extrema direita que resolveu despir o falso véu de democrática.
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