O sionismo israelense não é repentino, assim como o sionismo americano não surgiu com Donald Trump. Esse tipo de política intervencionista e ditadora vem sendo desenvolvida há muito tempo.
Talvez ainda não tenhamos conscientizado o perigo de um Estado que utiliza as piores formas de tortura e que, de certa forma, quer que o mundo saiba disso.
Claro que essa Israel postiça, que ocupou a Palestina graças a interesses dos EUA e Inglaterra (o Reino Unido é o berço do sionismo existente nos EUA e em Israel) assume uma postura cínica e debocha do mundo, já que o sionismo considera-se onipotente. Sua política é perigosa, mas seu poder é limitado e depende do descuido internacional para dominar soberanias.
De fato EUA e Israel tem o grande arsenal nuclear e muitos recursos para invadir e ditar ordens. Tem países dominados e chantageados como apoio político e militar, Mas não é onipotente como quer sugerir ao intimidar o mundo.
Na verdade nenhum país com grande força militar e nuclear é onipotente, porque para provar sua supremacia o risco de destruição será imenso. O sionismo, maior tradução da extrema direita, sabe disso muito bem. Por isso encena, ameaça, promove o terror a conta-gotas, para avançar sua área de poder.
A força desse tipo de política é baseada em uma metodologia antiga: a de criar um mito de poder e invulnerabilidade, enquanto vai varrendo a liberdade de paises de menor porte e fortalecendo essa imagem para acuar e intimidar reações do mundo. Tudo isso recheado de mentiras e da ilusão cultural.
Quem tem o poder no mundo? Avaliando a expectativa do sionismo, o poder está nas mãos das grandes redes sociais. A internet, dominada, produz em escala infinitamente maior do que o cinema, televisão, grande mídia, a desinformação que interessa à extrema direita.
Um exemplo é provocação feita por Trump ao colocar-se como "cristo salvador", em uma montagem feita pela IA e de críticas absurdas feitas ao Papa Leão XIV.
Algo extremamente ridículo, mas que atingiu um objetivo, a provocação. E gerou polêmica: o objetivo foi atacar o Papa Leão XIV? Ou desmoralizar Jesus Cristo, colocando um déspota em sua figura? Ou talvez tentar colocar o sionismo como muito mais poderoso do que a fé cristã?
Uma coisa é certa: podemos descartar esse fato como obra de um maluco ou de um idoso que exercendo a presidência de um dos países mais poderosos do mundo, os EUA, estaria sofrendo de alguma demência.
Por que?
Ora, a história mostra que um presidente dos EUA nunca atuou com autonomia, apesar da propaganda na ficção hollywoodiana mostrar um sujeito firme, ético e com autoridade máxima em seu cargo.
A realidade mostra que o presidente americano que sair da linha de ação já programada e controlada, não fica no cargo.
Pelo menos quatro presidentes dos EUA foram assassinados e outros cinco morreram por problemas de saúde. Tudo isso em pouco mais de um século. O que torna a "coincidência" um dado importante para avaliar o sistema americano.
Coincidentemente também, países sob domínio americano, seja após invasões, seja pela força econômica, seguem um sistema semelhante. Pode ser a Arábia Saudita ou a Argentina atual, que mantém completa submissão às determinações dos EUA
Trump, portanto, não é um imperador, mas um fantoche que segue uma cartilha ou um método.
Portanto essa publicação alçando Trump à figura do maior simbolo do cristianismo e tentando desmoralizar o catolicismo colocando o Papa como um instrumento político omisso (aos interesses do sionismo americano), foi planejada e não fruto de um demente. Mesmo porque se Trump fosse de fato um sujeito sem qualquer cognição ou senso político, sequer teria conseguido retornar ao poder depois do fiasco de 2020.
A perigosa política sionista não depende um um líder, ela cria suas lideranças, que em geral são exercidas por indivíduos de pouca inteligência, mas obediência total às determinações dessa extrema direita.
Trump irá de fato sofrer de demência quando não servir mais aos interesses do poder que impera nos EUA. Mas por enquanto, serve como boi de piranha!
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