O jogo aberto permite que as estratégias de interferência na lisura do STF enfraqueçam. É claro que Fachin poderia ter atuado antes de chegar a esse ponto, mas não o fez! Ficou bem claro que o decano Gilmar agiu corretamente ao denunciar o risco da manipulação dentro da corte.
MIRNABLOG analisa os acontecimentos e discute as dúvidas com imparcialidade, respeitando a sua inteligência
quarta-feira, setembro 16, 2026
terça-feira, setembro 15, 2026
AOS LEIGOS, UM APRENDIZADO DO RISCO DA EXTREMA DIREITA NO STF
Acompanhar a votação na sessão deste dia 15 de setembro no Supremo foi um exercício de montanha russa, Isso porque ao lado de excelentes colocações, como a de Flávio Dino, da impaciente explanação do ministro Gilmar Mendes e das explicações de Alexandre de Moraes sobre a confusão desse "julgamento", que na verdade não era julgamento de fato, o momento despencava ao mostrar um hesitante Fachin, uma péssima argumentação de André Mendonça e a evidente insegurança de dos ministros Fux, Nunes Marques e Toffoli.
A ministra Carmem Lúcia até pediu desculpas por não ter conseguido evitar uma situação que deixou bem clara a divisão no STF entre a lei e a interferência política.
Eu fico pensando como é que pode uma coisas dessas!
Aparentemente o caldeirão do diabo ferve em interesses externos e seduz aqui os que são infiltrados no Poder Judiciário. Estes usam a toga fascinados pela perspectiva de poder financeiro.
Mas para quem é leigo em Direito e na interpretação da tal hermenêutica jurídica, uma maneira pomposa de referir-se aos critérios necessários para a interpretação das leis , calma! Muita calma nessa hora porque a verdade de toda estrutura jurídica é uma só: buscar justiça de um lado e distorcer a justiça de outro...para isso existem os advogados do diabo...
Leigos entendem muito bem essa expressão. Advogado do diabo, quando surgiu séculos atrás, tinha até um cargo oficial na Igreja . Essa pessoa tinha como função usar de todas as objeções e argumentos, para buscar falhas em possíveis candidatos à santidade para garantir uma canonização sem dúvidas. O Papa João Paulo II extinguiu essa função em 1983.
Mas de lá para cá advogados do diabo não regulam canonizações, muito pelo contrário, usam de seu poder de enrolação jurídica para tornar criminosos inocentes e corruptos em santos homens de bem. O tema foi até objeto de um filme de terror com os excelentes Al Pacino e Keanu Reeves, o primeiro o próprio diabo que tinha uma firma milionária de advocacia em Nova York, o segundo um cara honesto que se deixa corromper pelo poder financeiro gerado pelas estrepolias diabólicas.
Pois então, longe de afirmar que o John Milton, o diabo personagem do filme, está soprando na orelhas mais suscetíveis a arte de enrolar da letra da Lei, podemos pelo menos encarar a realidade de que o STF está dividido entre gregos e troianos.
Não é preciso ser versado em textos jurídicas para saber o que todo leigo com inteligência média já sabe: juizes de todas as instâncias dependem de "equilibrio rigoroso, muito conhecimento e técnico e sensibilidade para tornar a justiça eficiente e equânime". Até a IA sabe disso.
Mas também precisa ser neutro, para evitar cair na rede dos demoniozinhos da extrema direita, como Vorcaro. Não pode participar de festinhas, de cruzeiros, de viagens mesmo que seja para congressos.
Flávio Dino é o novo herói nacional, porque a população leiga que assistiu a votação no STF mostrou fortíssima formação jurídica! Além disso é um homem prudente e justo. Moraes não deixou de ser aclamado porque o jogo bolsonarista não funcionou, por evidente burrice de seus articuladores! O decano Gilmar Mendes falou exatamente o que todo mundo percebe e também foi aplaudido pela população, porque alguém precisava romper as artimanhas da extrema direita. Aliás, os EUA de Trump voltaram a espumar de ódio, avaliando revogação de vistos e a tal lei Magnitsky contra os ministros do Supremo que não se curvaram às suas intenções e defenderam a soberania brasileira e a ,lisura do STF.
Talvez o mais importante nesta "sessão histórica do STF" tenha sido realmente o jogo aberto que desnudou as estratégias do caldeirão da extrema direita bolsonarista. Há muito tempo, desde golpes de Estado e ditaduras, que o Brasil vem sofrendo danos aos Poderes, incluindo o Judiciário. LO mais recente foi em 2016, com uso da maioria do STF.
Está havendo uma recuperação: ao invés de fantoches da extrema direita, o Supremo Tribunal Federal tem hoje parte de seus ministros com real conhecimento das leis e comportamento ético.
O Supremo não perdeu credibilidade, ganhou a confiança da população na ação de ministros realmente capacitados para um cargo de tamanha importância no Poder Judiciário!
O que vai manter essa recuperação da credibilidade é a população que vai votar para presidente da República, deputados e senadores em outubro.
Como vivemos em uma democracia, enganar-se com o voto em políticos comprometidos com os interesses externos da extrema direita ou bolsonarismo, pode realmente interromper a credibilidade do Supremo. Embora Poder Executivo, Legislativo e Judiciário sejam independentes, para a extrema direita são todos servis.
Com a democracia, os ministros do Supremo Tribunal Federal e de outras instâncias vão precisar comprovar real capacidade e idoneidade para ocupar a função. Ao contrário do atual ministro André Mendonça, que demonstra fraco conhecimento técnico e está as voltas com denúncias sérias de abuso de poder prejudicial ao Poder Judiciário!
(Mirna Monteiro)
quinta-feira, setembro 03, 2026
O PERIGO EM SEU FUTURO
Não é brincadeira e portanto não adianta enfiar a cabeça em algum cobertor cibernético ou como um avestruz que enterra a cabeça na terra achando que está seguro!
Não está seguro, ninguém está! E então? O que fazer? Omitir-se? Sentir tanto medo a ponto de encolher a capacidade de pensamento?
Não, certamente. O perigo está naquilo que evitamos olhar de frente e conscientizar. O mundo passa por um momento em que o poder das oligarquias digitais podem concentrar maior poder no chamado "colonialismo do terceiro milênio"!
Pasmem: hoje a humanidade enfrenta um desafio diferente do antigo colonialismo. A dominação não vem pela espada e pelas guerras corpo a corpo, vem por meio de redes globais, algoritmos e uma dependência crescente dos meios de produção dominados por interesses privados, onde o Estado, que defende os interesses coletivos do povo, vai diminuindo a sua força.
O resultado é o risco de escravidão, onde a soberania dos países inexiste na prática, figurando apenas como um adorno geopolítico, enquanto na realidade tem suas riquezas minerais, suas reservas de água doce e toda a sua biodiversidade, como florestas e fauna, exploradas por grupos externos.
E a população? Você pode responder a isso com algum bom senso. O que acontece com populações de países dominados pelo colonialismo de um poder mundial centralizado?
Esse é um quadro possível e talvez até iminente, mas não necessariamente efetivado.
O que pode impedir esse verdadeiro terror de algoritmos, finanças e dados dominando o mundo? A consciência da soberania! Países vem sendo implodidos por um sistema que age nas sombras da desinformação, causando conturbação politica e social, para justificar interferência de países que pretendem essa colonização, como os EUA e Israel.
segunda-feira, agosto 31, 2026
O MUNDO NA "PALMA DA MÃO" DA IA
Você começa a perceber mais intensamente os riscos futuros: danos ambientais que retornam na forma de desastres em várias partes do mundo, a falta de privacidade, onde não há apenas domínio de seus dados, mas controle de sua vida, o incremento da Inteligência Artificial na atividade humana, reduzindo o campo de trabalho e sobrevivência...
E você se pergunta: de onde surgiu tudo isso e até onde vai? É um caminho natural de evolução? Ou de extinção?
Se observarmos bem, não é um caminho natural, ou seja, não se trata de um ciclo do planeta.
O desafio é ter a percepção de como acontece esse novo traçado de futuro nebuloso.
Não há necessidade de conhecimento acadêmico para entender como é preciso conscientizar os riscos e as ações para sobrevivência futura. Basta você observar o processo que vivemos e pesar na balança até que ponto a sociedade humana é gerenciada ou dominada.
E se até o momento o totalitarismo foi óbvio nas ações de ditaduras fundamentadas na destruição de povos e de suas culturas, hoje ele flutua nas redes como um monopolizador da mente humana, sendo cada vez mais poderoso com a expansão desenfreada da Inteligência Artificial!
Aí você pensa: bem, a IA existe mas é produto da inteligência humana e portanto é limitada para servir aos interesses humanos, sendo usada na indústria para aumentar a produtividade, analisando quantidades imensas de dados que a mente humana leva muito tempo para executar, é um grande trunfo na ciência e na medicina diagnóstica, enfim é também um grande auxílio em pesquisas e na sua rotina através de computadores e celulares.
Até para as dúvidas mais prosaicas. Quem nunca ouviu "pergunta para o google"...Ou mantém conversas com o ChatGPT, entre outros?
Isso não é benéfico para a humanidade?
É, quando você pensa na IA como um acessório de complemento à atividade humana. Mas não é quando esse poder todo da tecnologia é dominado e gerenciado para regimes totalitários. Ou, em resumo, para a centralização de um poder que pode submeter o mundo à total privação de liberdade e a uma nova versão da escravidão!
Isso não é ficção, é ameaça real. Se a humanidade utilizar a Inteligência Artificial com limites e de maneira consciente, os benefícios são claros. Mas se tecnocratas bilionários concentrarem o poder da IA em objetivo político, isso vira um desastre para a democracia e a liberdade dos povos!
É bom pensar sem perguntar à IA...
(Mirna Monteiro)
segunda-feira, agosto 17, 2026
POLÍTICA, MENTIRAS E VERDADES
O grande desafio hoje e saber onde está a verdade. Em grandes aglomerados jornalísticos? Ou em blogs na internet? Talvez no seu jornal de bairro?
Nada disso! Imaginar que um grande e tradicional jornal não serve a tal democracia relativa, pode custar caro para a sua necessidade de informação. Ou achar que um blog traz maior segurança de informação, também leva a erros. Seu jornal de bairro pode ser um artificio para campanhas municipais. Assim como o jornal de seu município.
E as redes sociais? Ora, aquilo que você ouve de influenciadores nas redes pode uma grande mentira financiada. O numero de seguidores pode ser uma fantasia para criar uma falsa ideia de concordância com o que é propagado!
E mais uma grande fonte de desinformação: temos hoje o grande perigo de igrejas que foram criadas com o objetivo de manipular a mente de seus fieis para obter votos da extrema direita e da direita neoliberal, que de piedade cristã não tem nada...
O que fazer então?
Não há alternativa para fugir a manipulação da informação?
Claro que há! Tudo na vida pode ser transformado!
Nos últimos anos cresceu a chamada imprensa alternativa, desvinculada do domínio econômico de grandes corporações. É possível encontrar informação de qualidade na internet, nas redes, em sites e blogs. O problema é que nas redes sociais existem os chamados influenciadores, que também podem estar sendo pagos para distorcer os fatos. \E tirar dúvidas com a IA também não é seguro, já que o sistema nem sempre filtra informações erradas.
Nesse caso, buscar várias fontes na internet, assim como nos jornais e revistas, é a única alternativa para não entrar para a triste estatística dos manipulados, enrolados e enganados.
No entanto, lendo mais fontes variadas, o cidadão ira perceber onde esta a verdadeira fonte de informação.
Enquanto houver liberdade para informar, enquanto o jornalismo puder fugir das limitações das redações dos grandes jornais, expondo os fatos e comentários na internet, ou em imprensa alternativa e livre, haverá como saber onde esta a verdade. (Mirna Monteiro)
sexta-feira, agosto 07, 2026
O DOMÍNIO DA VIDA NO CONTROLE DA ÁGUA
Sem água, ninguém sobrevive no planeta. O corpo humano possui em média 60 por cento de água, assim como a Terra onde 70 por cento da superfície do planeta é coberta de água. Água é vida, a falta de água é morte!
Agora vem a pergunta: como estamos protegendo a nossa água?
Vamos muito mal!
O domínio comercial da agua não é novo. Para se ter uma ideia, a venda da gestão no tratamento e distribuição da água para a população começou logo após o golpe de 1964, quando os municípios transformaram esse serviço público em autarquias, ou seja, embora mantendo a responsabilidade pública, a gestão passou a ser privada. Mas na prática as autarquias gerenciam as estações de tratamento, a distribuição da água e as cobranças desse serviço como qualquer empresa voltada para o lucro.
Ao longo de décadas esse tipo de gestão praticamente sufocou o controle dos municípios sobre lucros dos serviços municipais de água e esgoto. Ao longo de décadas a troca e manutenção das redes de esgoto e água foi negligenciada. Tanto que as Estações de Tratamento muito mal gerenciadas não cobrem toda a necessidade de abastecimento desde sempre. E a Sabesp distribuiu parte da água tratada a outros munícipios, o que leva negligência no atendimento da Capital.
Mas as estratégias para cobrança desse serviço foram aprimoradas...
A privatização realizada pelo governo Tarcísio de Freitas com a Sabesp - que não serve apenas ao municipio de São Paulo, mas a muitos outros de forma parcial, pretende o domínio total da gestão das estações de tratamento e distribuição da água nos municípios.
É a "pá de cal" do controle público sobre a comercialização da água, que se transforma em um produto qualquer, como uma TV a cabo ou um sapato.
E a água, que corria nos rios e nascentes e possibilitava a vida de todos, passará a ser controlada por interesses privados. Nas grandes cidades, onde não há água sem custo, o cidadão que não pagar a conta, por mais exploradora que seja a tarifa e mais cruel o sistema de cobrança, os riscos de uma saúde pública falida são imprevisíveis.
O risco da privatização da água no Brasil não se resume à tratamento e distribuição, como no caso da Sabesp. É preciso pensar nos riscos do uso da água para IA, porque a operação de servidores em data centers gera intenso calor e exige sistemas de resfriamento com gasto de milhões de litros de água potável, além da água usada para geração da eletricidade. Outra grande ameaça é o domínio de aquíferos e fontes de água mineral, nas mãos da iniciativa privada.
Assim, o domínio político da água precisa ser encarado com maior seriedade pelos governos de países que ainda mantém a sua soberania, como o Brasil.
Há décadas as nascentes e aquíferos vem sendo invadidos pela iniciativa privada vinda de outros países, como EUA e Israel. Fontes de água pura e medicinal deixaram de ser públicas para a sede da população e foram engarrafadas para o lucro.
Cada vez que o país retoma as rédeas da democracia e procura defender a vida da sua população, sobrevém golpes de Estado ou interferência externa para manter a exploração das riquezas do Brasil.
Mas a água é mais do que qualquer outra riqueza, pois o domínio de água potável ou mineral é a forma mais poderosa de controle e destruição da vida! (Mirna Monteiro)
quinta-feira, julho 23, 2026
HIPOCRISIA, PODER E LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO
Dinheiro na cueca, malas cheia de milhares de cédulas, dinheiro jogado pela janela!
E forma-se a confusão! Os próprios juristas conflitam opiniões a respeito da corrupção, na avaliação do peso da responsabilidade de quem corrompe, de quem é corrompido, ou daqueles que se aproveitam indiretamente da corrupção, omitindo-se à denúncia.
Genericamente, o cidadão resolve fácil essa questão, quando o assunto é corrupção política: "tira esse bando de safados do poder", ou "Sinto dor de barriga quando vejo o quanto um puto desses (sic) custa aos cofres públicos" .
Há ainda aqueles que escrevem nas redes sociais o desabafo de decepções da vida. "São esses caras que acabam com o trabalhador" ou anunciam um futuro sem corruptos: "Vamos acabar com festa desses caras!"
Em tantas manifestações indignadas ou revoltadas, há um fato incontestável: as pessoas estão direcionando todas as decepções com o sistema, para a corrupção, porque no meio politico e administrativo de um país, esse tipo de crime rebate duras consequências para a sociedade.
Por esse motivo, o desabafo atinge todos os setores que comandam a vida do cidadão. No entanto quem sustenta esse sistema de corrupção nos governos municipais, estaduais e lota o Congresso de figuras que trabalham em benefício próprio, é o próprio eleitor!
Isso nunca foi segredo. Tanto é que a população falava a rodo no tal "voto de cabresto" que permitia aos grandes latifundiários dominar a politica a partir da área rural, onde a população estava concentrada.
Havia fraudes, barganha, violência e compra de votos.
O problema é que isso continuou décadas e décadas adiante, até os dias de hoje.
Veio a política do "Café com Leite", onde São Paulo e Minas Gerais eram soberanos na eleição de todos os presidente da República, até 1930.
Depois disso houve uma mudança...mas nem tanto.
Com o golpe de 1964 e a ditadura aberta (antes era fechada...), o sistema manteve alta a corrupção, que foi exercida sem freios.
A população sabia que isso acontecia. Mas as denúncias de corrupção eram encaradas com a benevolência da mídia, sustentada por esse esquema.
O "rouba, mas faz ", tornou-se popular, diante das denúncias de superfaturamento de obras generalizado, em municípios, estados e na esfera federal, mas ganhou uma "face", a do governador Paulo Salim Maluf.
Quem iria mexer no vespeiro da corrupção politica?
Quem iria conseguir apoio e força para aparelhar investigações sérias, quando governos seguidos enfraqueceram a Polícia Federal e fortaleceram as relações comprometidas de um Congresso que perdeu a principal função de representação de interesse popular, para curvar-se a interesses privados, através de lobbies poderosos?
O que estamos enfrentando hoje não é maior corrupção política. Muito pelo contrário, é um início de combate à corrupção descarada e enraizada.
Pela primeira vez na história do Brasil, a corrupção está sendo discutida, ao invés de ficar em algum espaço perdido na consciência popular
I
Independente de qualquer ação que o sistema corrompido faça, no sentido de reduzir a caça aos corrompidos ou corruptores, criando inclusive falsas denúncias para encobrir a verdadeira corrupção ou ridicularizando a ação da Policia Federal, uma nova mentalidade popular começou a vencer a antiga inércia sobre crimes políticos.
Estamos evoluindo, afinal! (Mirna Monteiro)
Veja também: http://leiamirna.blogspot.com.br/2011/03/cerebros-corruptos.html
quarta-feira, julho 08, 2026
QUANDO MEIA DÚZIA AMEAÇAM BILHÕES
Cair na armadilha das redes é fácil para quem não busca várias fontes diferentes de informação. Basta um apelo emocional, uma cara jovem que esconde o velho maquiavélico, para que, como a maçã envenenada pela bruxa, a mordida seja fatal!
A situação é inacreditável, mas a ameaça é gritante. Veja o caso do Brasil: qual é a matemática onde grupos de extrema direita, digamos um percentual de 10% (por aí), conseguem atordoar e ameaçar uma população de mais de 200 milhões?
Vamos somar a isso interesses externos de governos dos EUA e Israel, que engrossam, mas nem tanto, o percentual da extrema direita. Qual o resultado dessa soma? Uma maioria de parlamentares da extrema direita. Esse negócio de "centro direita" é historia para boi dormir, equivale ao "morno vomitado" bíblico. Porque quando falamos de interesses e objetivos políticos, só existem mesmo dois lados: aquele que tenta equilibrar necessidades do país, sua soberania e equilibrio social e o outro lado, que defende interesses de corporações e domínio da economia a qualquer custo, abrindo caminho para interesses externos que tornam o cidadão subserviente ao sistema.O problema é distinguir quem é quem ou o que nos discursos políticos. Mas se a internet tem o poder de veicular ouro e lixo, verdade ou mentira, com seu espaço sem regras ou punição aos crimes, também é possível filtrar a verdade das manipulações e mentiras envolventes das redes sociais.
É possível evitar a manipulação em massa das redes, que "torcem" fatos e verdades para doutrinar politicamente, sem que as pessoas, principalmente crianças e jovens, percebam?
Cair na armadilha das redes é fácil para quem não busca várias fontes diferentes de informação. Basta um apelo emocional, uma cara jovem que esconde o velho para que, como a maçã envenenada pela bruxa, a mordida seja fatal!
Por esse motivo, quando perguntamos como é possível grupos políticos sem ideologia e com o propósito de ser dominados ou dominar outros países para explorar suas riquezas, reduzindo a política mundial a busca de poder absoluto, conseguem obter apoio popular, encontramos apenas o argumento da manipulação sobre a ignorância.
sexta-feira, junho 26, 2026
A QUEM INTERESSA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL
A discussão é maioridade penal! O que significa isso? Que uma pessoa vai responder por suas ações a partir dessa idade considerada limite entre a infância e adolescência e a vida adulta.
Aí começa a confusão!
Ninguém contesta que atos criminosos precisam ser punidos. Mas qual é essa maioridade que será tratada como crime consciente? Mas justamente pela Justiça reconhecer que uma criança ainda não tem completa noção e maturidade, vivendo ainda em espaços lúdicos, criminosos contumazes e impunes aliciam menores de idade como escudos de suas ações ilegais.
Resumindo, se crianças e adolescentes são usados pelos criminosos, qual seria a lógica da redução da maioridade penal para manter os bandidos adultos agindo nas ruas e criando uma verdadeira escola do crime para adolescentes condenados?
Parece que a redução da maioridade penal interessa apenas a organizações criminosas, para conseguir "soldados" do crime na mais tenra idade. E conseguem mesmo, como na ficção de criadores de monstros. Não importa a idade, submeter crianças e jovens a ambientes de estímulo à violência e ao crime cria de fato seres violentos e sem trava moral.
A solução para a criminalidade juvenil, portanto, não está na redução da maioridade penal. Mesmo porque, se assim for, ela chegaria a crianças muito novas, em um mundo onde o aliciamento de menores explode de todos os lados, deturpando as mentes através das redes sociais.
Com certeza a única maneira de reduzir a criminalidade juvenil é investindo em educação e reduzindo a miséria das camadas mais pobres. É criando regulamentação da internet. É essa a preocupação do atual governo, que enfrenta oposição de um Congresso onde a maioria dos deputados e senadores pertence a partidos que criam projetos de lei como esse da redução da maioridade penal. Que afinal não resolve a criminalidade. (Mirna Monteiro)
quarta-feira, maio 20, 2026
VOCÊ NÃO É ESQUERDA, NEM DIREITA?
Como você define seu voto em um país democrático?
É essa a pergunta que a maioria esmagadora dos brasileiros não sabe responder. Por que? Porque não existe capacidade de estabelecer o que significa realmente o peso do seu voto.
A maioria da população não tem acesso à informação e conteúdo da relação de cada cidadão com a política. Quantas vezes não ouvimos esta frase: "Não sou direita, nem esquerda"...Tudo bem, então se é o que? Como se vota se não houver uma definição da ideologia política, que demonstre qual é a intenção de um partido político quando tiver poder de decisão sobre a vida e morte do cidadão através de leis e ações?
A verdade é que não existe educação política. Claro, a escola ensina que temos uma Constituição e os três poderes, Judiciário, Executivo e Legislativo. Mas ninguém entende direito o que isso significa e como um regime democrático pode se transformar em um autoritarismo do Legislativo com o voto manipulado e inconsequente!
No palanque improvisado sobre um caminhão, a pessoa, em meio ao grupo que se espremia na carroceria, de microfone em punho, berrava aflito que "as elites não iriam impedir a classe trabalhadora de revolucionar este país" e abertamente reforçava o discurso de "elite x povo".
Esquerda é isso?
É essa a confusão do brasileiro (e de cidadãos do mundo todo) quando se fala em política e resume-se à questão dos conflitos em duas metades: direita e esquerda!
Será assim tão simples?
"Esquerda e direita" ajudou a definir a luta da população na Revolução francesa, no finzinho do século 18, quando a situação ficava à direita e os insatisfeitos à esquerda do presidente no parlamento. Ou seja, foi casual, mas marcou a referência: aqueles que desejavam manter uma política basicamente voltada para o capital, pragmática e seletiva (lado direito) e aqueles que não aceitavam essa condição rebaixamento social, reivindicando maior justiça social, equiparando as condições de sobrevivência de todos os cidadãos (sentados do lado esquerdo)
A simplificação da política não foi bem sucedida. Houve subdivisões da ideia "direita, esquerda" e surgiram na Europa as variações que buscavam uma realidade prática da política.
A esquerda, assim como a direita, tem seus extremos e portanto houve necessidade de nominar as caracteristicas dos movimentos políticos. Extrema esquerda entre os mais radicais, que defendiam o comunismo e o trotskismo (nivelamento da sociedade).
Centro-esquerda os grupos que defendiam o socialismo-democrático, progressistas e social-democratas (e ambientalistas, humanistas). Nesse caso não há rejeição ao capital e aos recursos econômicos, mas também não se exclui os direitos humanos básicos.
Já a direita também pode ser dividida entre radicais (com politicas que chegam ao fascismo ou nacional socialismo), conservadores que privilegiam o pragmatismo e o capital em detrimento das condições da massa, se assim for preciso, ou democratas cristãos, que são conservadores em assuntos sociais.
A interpretação de que "esquerda é comunismo" é um equívoco alimentado pela "direita", que explorou o receio da massa em perder bens e liberdade com "essa ameaça". O comunismo é apenas uma ideologia de esquerda, baseado na teoria da igualdade, que dificilmente conseguiu ser aplicada.
A predominância da esquerda é a democracia baseada na redução da pobreza e na abertura de condições de sobrevivência dignas, com acesso à educação e saúde. Não pretende nivelar a sociedade, mas evitar desajustes que levem ao desequilíbrio nocivo do meio. Seria o chamado Progressismo, que admite o capital, mas busca redução da concentração da riqueza em uma minoria (que aumenta a pobreza e sobrevivência da maioria) e o acesso de toda a população a educação e saúde de qualidade.
Não tem cabimento interpretar a esquerda como "comunismo" ou anti-democracia. O problema é a verdadeira barafunda que polariza e acaba servindo de escada para a extrema direita.
E assim como os radicais de direita, os radicais de esquerda tem um ponto comum: reforçam a ideia de luta de classes e a existência de uma "raça superior" traduzida na palavra "elite".
Elite, na verdade, ´traduz o que é mais valorizado. Ora, usar esse termo em um momento de confusão da informação, como este que vivemos, acaba reforçando também a ideia de fragilidade popular, diante de "semideuses" valorizados.
O termo "elite e plebe" portanto, é uma arma contra a democracia de fato, usada pelos extremistas de direita e de esquerda. Prejudica a esquerda que busca o equilibrio através da democracia, discutindo a miséria e as políticas econômicas de maneira mais realista e produtiva para todos, ricos, remediados ou pobres!
Hoje não temos nobreza. Apenas pobreza. Esse tipo de discurso de classes fortalece setores conservadores e ratifica a sensação de fragilidade da sociedade. Aí temos este quadro: de um lado os grupos que têm poder econômico (e portanto político). De outro os grupos sociais e politicos que misturam teorias de esquerda radicais e pouco funcionais (não há muito espaço para defesa de divisão equitativa entre os cidadãos do mundo) e aqueles que de fato defendem a democracia plena, buscando um equilibrio das realidades. E no meio temos a imensa massa de pessoas que não entende nada e fica balançando entre um e outra influência. (Mirna Monteiro)
sábado, maio 02, 2026
EXISTEM CÉREBROS CORRUPTOS?
O assunto já foi muito discutido em simpósios neuropsiquiátricos e resume uma óbvia constatação: o cérebro corrupto demonstra um comportamento que viola o senso natural de justiça simplesmente porque não consegue avaliar e sentir sentimentos morais, como repulsa e nojo, necessários para a rejeição de atos que prejudicam o semelhante, como a corrupção e outros crimes.
Se assim for, teríamos uma explicação razoável para a corrupção e a violência que acontecem cada vez mais em várias partes do mundo desde as décadas de 60 e 70, justamente o período de grandes transformações nos costumes e na moral das sociedades, pressionadas por uma mídia poderosa que derrubou antigos conceitos e crenças, substituídos pelo culto ao supérfluo.
Quer dizer que o cérebro corrupto raciocina, sabe que comete um crime ou erro grave, dependendo do tipo de sua corrupção o suficiente para frear ou não as suas ações. Mas não acha que está errado, apenas tem medo de ser punido. É a expectativa de ter seu crime descoberto que impede a corrupção de acontecer.
Muito interessante. A boa notícia é que esse defeito que leva ao cérebro corrupto acontece com uma minoria, assim como a psicopatia que pode levar aos assassinatos seriais, ou "serial killers".
A má notícia é que o chamado "neuromarketing", que busca atingir as áreas do cérebro para tornar propagandas - políticas ou comerciais - mais poderosas, torna as pessoas que não tem o cérebro corrupto, mas apenas um cérebro influenciável, apáticas em relação aos crimes de corrupção, como se eles fossem uma espécie de ficção que não representaria ameaça a elas. O que, obviamente, é um engano perigoso.
sexta-feira, maio 01, 2026
UM PLANETA DE TOUPEIRAS
EUA e Israel agem como se tivessem poder para destruir o mundo.
Não é a toa que Israel possui 1,5 milhão de bunkers! Públicos e privados!
Talvez provoquem o mundo no "vai ou racha": ou conseguem centralizar o poder mundial atuando como terroristas, ou acabam provocando uma guerra de consequências desastrosas, confiando em seus abrigos sob o solo.
Vão imperar em um planeta destruído...caso sobrevivam como toupeiras...
quinta-feira, abril 30, 2026
O ABSURDO AUTORITARISMO DO CONGRESSO
quinta-feira, abril 23, 2026
COMO ESCRAVIZAR UM PAÍS...COM SUA AJUDA!
O sujeito diz que é de direita, conservador, porque "sente maior segurança" e receia o progressismo porque "não sabe o que vai acontecer".
É assim que se cai nas malhas políticas do ditatorialismo.
É assim que o cidadão mantém a escravidão a interesses privados!
Conservadorismo significa o que?
Teoricamente, políticos da extrema direita e centro direita propagam que são "conservadores". Para quem não acompanha as ações ou confia apenas nas manchetes, aparentemente isso equivaleria a defesa de valores tradicionais, como família, religião e propriedade privada e preservação de costumes tradicionais.
Mas o que acontece na pratica é justamente o contrário! O conservadorismo da política neoliberal significa predação...
A questão toda é: políticas neoliberais são sinônimo de neocolonialismo.
A confusão acontece porque o termo "liberalismo" dos anos 60 tinha conotação popular de fortalecimento do Estado. Obviamente, minar o poder do Estado era feito com maior discrição. Hoje é o contrário: o neoliberalismo privilegia a força privativista em detrimento da força do Estado com um descaramento assustador!.Nos anos 90 o Brasil foi submetido a uma politica governamental de privatizações. Estatais foram vendidas, a começar por siderúrgicas, bancos, telecomunicações, rodovias e aeroportos. O Banerj por exemplo, foi vendido ao Itaú! O país era governado pela direita e centro direita do PSDB.
A fúria das privatizações, sempre realizadas abaixo de seu valor, foi controlada a partir de 2002.
Com o golpe parlamentar de 2016, as privatizações retornam com grande força. O governo do golpe anunciou 25 projetos de concessões e privatizações, em leilões que assombraram o mundo: além de atingir setores essenciais, houve uma espécie de "saldão" de um dos maiores tesouros brasileiros, o Pré-sal.
Hoje candidatos do liberalismo e da extrema direita defendem que essas privatizações devem continuar. Que o Estado deve ser mínimo e o poder privado soberano. E a população deve continuar a pagar impostos. Mas esses impostos não retornam mais ao setor público, ficando no privado.
Se você privatiza e reduz o Estado, você deixa de ser um cidadão com poder de pressão sobre o privado. O Estado representa o que? Representa o cidadão e a soberania. Pagamos impostos e votamos em gerenciadores (legisladores e Executivo|) para administrar nosso bem, que é o país. Constitucionalmente, o povo decide esse gerenciamento.
O Judiciário assegura que assim seja (ou deveria assegurar), em decisão democrática que deve ser apoiada pelas Forças Armadas, que existem com o único objetivo de defender a soberania do país!
Mas se você privatizar setores essenciais e reduzir o poder do Estado, você terá o risco de interesses externos, de outros países, com suas multinacionais ou até organismos civis e militares, que terão acesso facilitado às riquezas, impondo regras através de setores privatizados.
Isso equivale a colocar em risco a soberania nacional.
A privatização de todos os setores e riquezas do Brasil, como petróleo, água e energia, saúde e educação, significa domínio sobre o povo e portanto, sobre o Estado.
Vamos a um exemplo do neoliberalismo: a saúde e seu sucateamento, que leva à dependência das empresas de planos de saúde e da indústria farmacêutica! Você corre o risco de morrer na porta de hospitais que só vão atende-lo se pagar caro. O Estado não interfere. Não regula preços, não assume sua responsabilidade. Não fornece a medicação que é cara demais para o cidadão adquirir!
Se quem manda é o privado, os resultados ficam à mercê do mercado.
Produtos mais caros ou mais baratos vão depender desse mercado, que não impedirá duas grandes ameaças: a formação de grandes cartéis e o poder de grandes corporações estrangeiras sobre setores essenciais, como petróleo, energia elétrica, água!
O privado determina o que e como você vai comer, já que existe o domínio da indústria de agrotóxicos. Ser obrigado a comer alimentos com alto percentual de agrotóxicos, porque isso enriquece empresários rurais e os fabricantes de venenos, é um dos muitos riscos da política neoliberal!
Sabe onde fica a sua livre iniciativa de mercado? O pequeno, médio e grande empresário brasileiro?Enterrados sob o peso das grandes corporações!
sexta-feira, abril 17, 2026
A PERIGOSA POLÍTICA SIONISTA
O sionismo israelense não é repentino, assim como o sionismo americano não surgiu com Donald Trump. Esse tipo de política intervencionista e ditadora vem sendo desenvolvida há muito tempo.
Talvez ainda não tenhamos conscientizado o perigo de um Estado que utiliza as piores formas de tortura e que, de certa forma, quer que o mundo saiba disso.
Claro que essa Israel postiça, que ocupou a Palestina graças a interesses dos EUA e Inglaterra (o Reino Unido é o berço do sionismo existente nos EUA e em Israel) assume uma postura cínica e debocha diante do mundo, já que o sionismo considera-se onipotente. Sua política é perigosa, mas seu poder é limitado e depende do descuido internacional para dominar soberanias.
De fato EUA e Israel tem o grande arsenal nuclear e muitos recursos para invadir e ditar ordens. Tem países dominados e chantageados como apoio político e militar, Mas não é onipotente como quer sugerir ao intimidar o mundo.
Na verdade nenhum país com grande força militar e nuclear é onipotente, porque para provar sua supremacia o risco de destruição será imenso. O sionismo, maior tradução da extrema direita, sabe disso muito bem. Por isso encena, ameaça, promove o terror a conta-gotas, para avançar sua área de poder.
A força desse tipo de política é baseada em uma metodologia antiga: a de criar um mito de poder e invulnerabilidade, enquanto vai varrendo a liberdade de paises de menor porte e fortalecendo essa imagem para acuar e intimidar reações do mundo. Tudo isso recheado de mentiras e da ilusão cultural.
Quem tem o poder no mundo? Avaliando a expectativa do sionismo, o poder está nas mãos das grandes redes sociais. A internet, dominada, produz em escala infinitamente maior do que o cinema, televisão, grande mídia, a desinformação que interessa à extrema direita.
Um exemplo é provocação feita por Trump ao colocar-se como "cristo salvador", em uma montagem feita pela IA e de críticas absurdas feitas ao Papa Leão XIV.
Algo extremamente ridículo, mas que atingiu um objetivo, a provocação. E gerou polêmica: o objetivo foi atacar o Papa Leão XIV? Ou desmoralizar Jesus Cristo, colocando um déspota em sua figura? Ou talvez tentar colocar o sionismo como muito mais poderoso do que a fé cristã?
Uma coisa é certa: podemos descartar esse fato como obra de um maluco ou de um idoso que exercendo a presidência de um dos países mais poderosos do mundo, os EUA, estaria sofrendo de alguma demência.
Por que?
Ora, a história mostra que um presidente dos EUA nunca atuou com autonomia, apesar da propaganda na ficção hollywoodiana mostrar um sujeito firme, ético e com autoridade máxima em seu cargo.
A realidade mostra que o presidente americano que sair da linha de ação já programada e controlada, não fica no cargo.
Pelo menos quatro presidentes dos EUA foram assassinados e outros cinco morreram por problemas de saúde. Tudo isso em pouco mais de um século. O que torna a "coincidência" um dado importante para avaliar o sistema americano.
Coincidentemente também, países sob domínio americano, seja após invasões, seja pela força econômica, seguem um sistema semelhante. Pode ser a Arábia Saudita ou a Argentina atual, que mantém completa submissão às determinações dos EUA
Trump, portanto, não é um imperador, mas um fantoche que segue uma cartilha ou um método.
Portanto essa publicação alçando Trump à figura do maior simbolo do cristianismo e tentando desmoralizar o catolicismo colocando o Papa como um instrumento político omisso (aos interesses do sionismo americano), foi planejada e não fruto de um demente. Mesmo porque se Trump fosse de fato um sujeito sem qualquer cognição ou senso político, sequer teria conseguido retornar ao poder depois do fiasco de 2020.
A perigosa política sionista não depende um um líder, ela cria suas lideranças, que em geral são exercidas por indivíduos de pouca inteligência, mas obediência total às determinações dessa extrema direita.
Trump irá de fato sofrer de demência quando não servir mais aos interesses do poder que impera nos EUA. Mas por enquanto, serve como boi de piranha!
domingo, abril 12, 2026
O MAIOR PODER É A DESTRUIÇÃO DO MUNDO
Todos sabemos que existe uma questão fundamental para a paz: o respeito e a ética neste nosso novo mundo global, onde fica bem claro que não existe um "povo inferior" ou um "povo superior", mas simplesmente maior arsenal e tecnologia.
O que se discute é validade de nações como os EUA e Israel ao invadir e matar, para explorar riquezas minerais ou espaços de interesse geopolítico para um poder centralizado. Israel pode ter avançado sobre a Palestina e os EUA ter invadido, entre tantos outros países, a Venezuela, sequestrando o presidente e impondo regras de mercado.
Mas até onde irá isso? EUA e Israel não são os mais poderosos do mundo. Podem bater em países pacíficos sem arsenal nuclear, da mesma forma que um sujeito grandão bate em outro franzino. Mas na hora do "vamos ver", podem ser derrotados por outros maiores, como a China, a Rússia, o Irã e outros, como a Coréia, India, etc.
segunda-feira, abril 06, 2026
OS TENTÁCULOS DA EXTREMA DIREITA
Criminosos, como Vorcaro, atual "estrela do crime" no Brasil, podem ser descobertos e punidos, mas é preciso conscientizar as populações do mundo todo que o combate ao crime não pode ser limitado a ações individualizadas. Ou seja, a ameaça não vem de um outro grupo corrupto, não acaba quando o indivíduo é preso e punido, porque o mundo está lidando com um sistema que vem sendo plantado ha muito tempo e que criou raízes.
Talvez a imagem mais adequada para isso seria a de tentáculos da extrema direita, que sempre foi subestimada pela própria cultura política, em um mundo que desde o começo do século XX sofreu interferência histórica de rebaixamento da capacidade crítica e da conscientização política.
Tentáculos não percebidos antes, disfarçados na influência do cinema, televisão e do domínio da grande mídia. Criou-se o mito do "inimigo vermelho", que perdura até hoje, mesmo diante da obviedade de que o comunismo foi usado como capa para esconder o colonialismo pretendido pela extrema direita. Que por sua vez conseguiu transformar evidências em "teorias conspiratórias".
A extrema direita apenas definiu a força do sionismo recentemente, quando emergiu do esconderijo trazendo a discussão entre judaísmo e sionismo, sionismo cristão (essa "categoria" realmente surpreendeu os mais distraídos) e toda uma barafunda de conceitos artificiais que desembocam em um mesmo buraco: o neofascismo, neonazismo, o populismo de direita e o novo termo trumpismo ou bolsonarismo. São referências que mostram que a direita defende o poder centralizado e autoritário.
A mesma internet que é usada para imbecilizar populações serve também para esclarecer até que ponto vão as tentativas de doutrinação e domínio mental da política sionista. Pelo menos até que as redes sejam definitivamente dominadas pelo sionismo.
Se apenas o calo sabe onde o sapato aperta, o antigo método de criar caos para justificar guerra, invasão e roubo de soberania para escravidão de países, hoje não funciona muito bem. Trump não criou essa investida contra soberanias, apenas é mais um boneco de trapo (digo, de trump...) de um sistema poderoso que detém o maior poder financeiro do planeta e domínio de personalidades políticas e jurídicas, graças a bem sucedidas táticas de envolvimento ou sedução.
A extrema direita corrompe direta e indiretamente. Isso quer dizer que muita gente cai na rede da corrupção não por ter perfil criminoso, mas pela ambição, vaidade, pelo medo e pela insegurança.
Para entender como isso acontece na política, basta observar a maneira como o crime organizado opera. Como as máfias ganham poder. Ao investir no crime organizado, a extrema direita amplia a dimensão de seus tentáculos e domina politicamente, elegendo pessoas treinadas para essa finalidade e absolutamente submissas a esse sistema, e domina judicialmente, através de treinamento ou da alienação de membros do sistema Judiciário em todas as instâncias.
Imaginar que a queda de "líderes" como Trump ou tantos outros que encabeçam os interesses da extrema direita, resolvem a ameaça de guerras e invasões, de interferência e roubo de recursos naturais, é ingênuo. O sistema implantado cria novas lideranças. O fator humano, cada vez mais, é absolutamente descartável nas intenções sionistas.
O recurso para lidar com a ameaça que ganha contornos cada vez mais perigosos para a humanidade é o mesmo de toda a história humana: conscientizar os riscos, buscar conhecimento e assim conseguir reduzir a manipulação.
quinta-feira, março 19, 2026
BOLSONARO CHORA A PRISÃO DOMICILIAR
O crime cometido por Jair Bolsonaro é de fato muito grave. Digamos que se ele fosse um sujeito comum, estaria na penitenciária e qualquer problema de saúde seria tratado dentro das condições de outros 900 mil presidiários que assim como o ele, foram condenados por crimes graves ou menos graves.
Muito bem, mas Bolsonaro, como ex-presidente, apesar de seus crimes com provas concretas, mereceu deferências especiais. Não foi encaminhado para uma prisão comum, mas recebeu o benefício da prisão domiciliar. Acabou cometendo várias infrações, até chegar ao absurdo de tentar corromper a tornozeleira eletrônica com uma solda.
Ainda assim foi transferido para a chamada Papudinha, uma ala do Complexo Penitenciário da Papuda, com acomodações de dar inveja à maioria dos trabalhadores honestos no Brasil e em outros paises do mundo: 64 metros quadrados de uso exclusivo dele, com quarto, sala, banheiro, cozinha e área externa para sol e exercícios, com direito a equipamento de fisioterapia.
A mordomia do criminoso Bolsonaro ainda mantinha acesso a atendimento médico 24 horas e outras regalias.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão em novembro do ano passado. Ou seja, em poucos meses causou uma balburdia total. Na metade de janeiro ultimo foi transferido para a Papudinha, mas continuou causando. Sempre reclamando de alguma doença. Um laudo da PF mostrou que teria hipertensão (a maioria dos brasileiros jovens ou velhos sofrem disso), apneia de sono (extremamente comum entre pessoas com mais de 60 anos) obesidade clínica (como tantas outras pessoas no mundo), aterosclerose ( se exames forem realizados em adultos, essa pode ser considerada uma doença comum, que o diga a quantidade de medicamentos consumida no país) e refluxo (é mais fácil achar quem não tem refluxo depois dos 70 anos). Além disso consta sequelas abdominais, que dizem ser de uma facada, contestada por muitos, sugerindo sequela de câncer.
Em resumo, ficar na Papudinha foi uma grande vantagem para Bolsonaro como presidiário, já que tanto as condições do ambiente como o acompanhamento médico 24 horas são um luxo que a população honesta, que nunca cometeu crime algum, não tem...
Mas então qual o motivo de transferir esse presidiário para a prisão domiciliar?
A resposta é: política! Estamos em ano eleitoral!
Mas aí você pergunta: mas como assim?
Há duas questões aqui. Uma delas é o desespero da extrema direita, de partidos como PL, Novo, União Brasil, entre outros partidos que dominam o Congresso hoje (que aliás recolheu cerca de 170 assinaturas para transferência de Bolsonaro para domiciliar), que não têm base nenhuma de campanha e dependem de Bolsonaro, seja através do filho Flávio, seja da esposa Michelle, para eleitores que apoiam o sistema do capital ou desconhecem fatos e seguem a "evangelização política", para tentar reaver o poder.
Outra questão, do outro lado da moeda: há quem acredite que se Bolsonaro, que parece ter a saúde toda comprometida (apesar de poder viver muito mais, como tantos idosos nessa condição) for para sua acomodação na Papudinha, e piorar, apesar do conforto do ambiente, os partidos de direita e extrema direita vão usar esse fato para torna-lo uma espécie de mártir (sei que é absurdo, mas nessa extrema direita tem de tudo) e conseguir votos para retomar o poder, com apoio de trumpistas e sionistas.
Ora, se assim for, mais um motivo para manter a decisão da Justiça. Para tornar um criminoso um "mártir", a extrema direita estará abrindo a porteira da tolerância ao crime, seja ele qual for. As fortunas pagas a advogados sem ética pelos criminosos milionários vão atropelar as centenas de milhares de presidiários com crimes muito menos graves. E se manter a Justiça é risco para a democracia, a extrema direita, com seu poder de centralizar decisões, já sai ganhando antes mesmo do pleito deste ano!
Não existe nenhuma certeza de que Bolsonaro estará mais saudável em uma prisão domiciliar do que na Papudinha. Pelo contrário, poderá ter mais dor de cabeça em casa, onde filho e esposa disputam a preferência para candidatura à presidência da República, sob pressão de partidos como PL.
Portanto a decisão deverá ser exclusivamente técnica, dentro das alternativas oferecidas pela lei. E se por um acaso realmente for o caso de uma prisão domiciliar para um criminoso que corrompeu a tornozeleira e não conseguiu permanecer 3 meses detido em acomodações especiais, que haja rigorosidade para evitar que domicílio vire comitê eleitoral!
Sabe por que? Porque a extrema direita não tem ética, respeito à leis, nem compromisso com a verdade. Quer poder! E sem dúvida vão usar a figura de Bolsonaro como a sua única bandeira, como vampiros secando o que resta da saúde desse presidiário para conseguir eleitorado entre as camadas menos informadas da população, que tenta saber o que acontece nas mentiras e distorções veiculadas em postagens nas redes sociais.
segunda-feira, março 09, 2026
O TOM ALARANJADO DE VORCARO COM O MASTER
É óbvio que a rede de corrupção ligada a Daniel Vorcaro é extensa e envolve políticos do Centrão e da extrema direita, como Ciro Nogueira e tantos outros alinhados ao bolsonarismo.
Em meio a tudo isso entretanto, surgem nomes inesperados que estariam nos celulares de Vorcaro e de sua namorada Marta Graeff, em conversas truncadas e sem grandes detalhes.
A questão é a seguinte: considerando as datas dessas conversas, já em fase de liquidação do banco Master, não haveria entre elas a intenção de confundir verdadeiros envolvidos com outras pessoas de reputação ilibada em um caso escabroso de corrupção que embola o tráfico de drogas, mercado financeiro e políticos estrategicamente doutrinados e inseridos no Congresso Nacional?
Certamente as investigações vão concluir que o caso do banco Master não é isolado, ou seja, não se trata apenas de um mero embuste financeiro, mas de um jogo de poder político.
O ICL Notícias mostrou em uma entrevista inédita a ligação existente entre Vorcaro e o narcotraficante espanhol Oliver Ortiz de Zarate Martin, que teria sido o principal investidor na operação de compra do Banco Master. E muito mais: o operador de mercado financeiro Benjamim Botelho de Almeida seria o elo entre Vorcaro e Ortiz. A PF apurou que Benjamim Botelho seria o sócio oculto e operador financeiro de Vorcaro nos EUA.
Em meio a isso surgem outras evidências, mostrando que Vorcaro é apenas um verniz cobrindo os verdadeiros interesses na criação de um banco chamado Máximo, fundado em 1970 , depois do golpe militar, que logo depois do golpe branco que derrubou a presidente Dilma Rousseff, passou por reformulações em 2018 e durante o governo Bolsonaro passou a ser o Banco Master.
No ano passado, em 2025, o Master foi liquidado pelo Banco Central por irregularidades financeiras, em uma verdadeira teia de fraudes e Daniel Vorcaro foi preso.
Tudo indica que a prisão de Vorcaro não termina com o caso do Banco Master. Ele seria uma espécie muito bem remunerada de laranja. Há muita gente envolvida. E vamos supor que essa rede que envolve tráfico e poder financeiro dentro do Brasil interesse a projetos de poder externo: Trump já está ameaçando o Brasil ao anunciar que pretende classificar PCC e CV como organizações terroristas, querendo abrir espaço para intervenções, como sanções e ações militares no país!
Nesse caso o próprio terrorismo realizado pelos EUA, em dobradinha com a inteligência sionista de Israel, conecta-se com o escândalo do Banco Master, que teria como fundo o poder do narcotráfico e o trabalho de pessoas com cargos políticos dentro do Legislativo brasileiro, que continuam a abrir espaço para perda da soberania nacional.
Nesse caso é bom lembrar sempre de analisar com seriedade e cuidado nomes são jogados nessa panela de corrupção e terrorismo, com intuito de criar uma generalização da criminalidade na política e no sistema judiciário, que favorece os verdadeiros chefões dessa nova máfia cibernética e com grande poder financeiro e bélico, que pretende dominar o mundo.












