Esses personagens que enfrentamos hoje no mundo não estão atuando de maneira isolada. O Milei, na Argentina, país que realmente enfrenta ameaça da fome em um desgoverno, interfere em toda América Latina sob as ordens dos EUA e Israel.
O Bolsonaro ajudou muito a privatizar e entregar nas mãos de empresas estrangeiras setores vitais para a vida, incluindo laboratórios e hospitais. Nunca foi um estadista, mas serviu como um criado dos EUA, tal como Milei e outros líderes da extrema direita na América do Sul.
Netanyahu mostra ao mundo que o respeito à vida não existe e que o poder da morte está acima dos acordos internacionais. Age com a mais absoluta certeza de que ignorar a indignação e as críticas de líderes mundiais e usar a dissimulação e a mentira como método, que aliás funcionou eficientemente nos século XX com o nazismo, permitirá o fortalecimento do sionismo.
E Trump é usado como um maestro de uma orquestra sionista, que pretende centralizar o governo mundial, colonizando as Américas e Oriente Médio, mas com esperança de conseguir no futuro neutralizar a China e a Rússia! Ou seja, pretende ir "comendo pelas beiradas", em uma estratégia de enfraquecimento das soberanias com guerras isoladas e a substituição de governos preparados pela cartilha da extrema direita.

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