O Brasil assiste a manifestações populares de grande porte nos principais Estados brasileiros, pedindo democracia diante do risco de um governo pseudodemocrata.
Ora, o que é isso?
Pseudodemocracia é o que assistimos nas investidas da extrema direita. É claro que a política que serve aos interesses de uma minoria, em detrimento de toda a população, não vai admitir abertamente que é ditadora.
A pseudodemocracia portanto finge que defende os direitos de toda a sociedade, porque quer manter a aparência de uma democracia, concorrendo à eleições.
Assim as vezes fica difícil para o cidadão definir se vai votar em um futuro fascista, que não vai governar o país ou o Estado e município, considerando as necessidades de todos os cidadãos e a defesa da soberania.
O pseudodemocrata é um grande mentiroso! Fala em direitos humanos e sociais, mas quando chega ao poder se transforma em um capataz com relho nas mãos!
Por trás de toda pseudodemocracia existe grandes interesses de potências estrangeiras, que pretendem sugar as riquezas do país, para ganhar poder cada vez maior no destino global.
Falamos de b-a-bá? Não, porque política pode respirar ar puro ou contaminado e nem sempre é fácil distinguir o bem do mal nas intenções do poder. Portanto, ser o mais claro possível, em linguagem mais acessível, é exatamente a melhor forma de entender que política, campanhas eleitorais, discursos e postagens nas redes sociais podem estampar o que nossos avós já sabiam: por fora bela viola, por dentro pão bolorento.
Ninguém vai saber quem é quem, sem observar ações passadas. Esquecer o passado é armadilha para repetição de erros. Quais as ações passadas de quem busca eleger-se?
Sem isso não existe nada que possa garantir o voto na democracia!

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