quarta-feira, fevereiro 11, 2026

ESTRATÉGIAS DA REDE MACABRA LIGADA A EPSTEIN



Nada mais fácil do que criar uma rede de comprometimento baseada em dois pilares dantescos: primeiro alimentando pessoas doentes e psicopatas com orgias, pedofilia e até seitas demoníacas em encontros em ilha paradisíaca e iates, mantendo comprometimento do poder político na base da chantagem.

Segundo, envolvendo estrategicamente celebridades ou pessoas de alta respeitabilidade em contatos fortuitos, para desviar o olhar dos verdadeiros criminosos e criar a ilusão de que "todo mundo não presta"! Ou ninguém neste mundo seria digno de confiança.

Essa tática, que também é interpretada como um método aplicado pela extrema direita, está explícita no caso escabroso que envolve milionários e políticos com óbvias patologias, como psicopatia, pedofilia, pederastia e uma infinidade de desdobramentos de comportamentos completamente contrários ao respeito humano e às leis que regem o mundo.

A constatação dessa "cartilha do caos", doutrina seguida por pessoas que se identificam com a extrema direita, como o sionismo, em seus diferentes níveis, é a prova definitiva de que o joio e o trigo precisam ser cuidadosamente distinguidos e separados, porque os criminosos se escondem atrás de pessoas inocentes que são acusadas e levianamente consideradas culpadas pelas mídias.


segunda-feira, fevereiro 09, 2026

EXIBICIONISMO DA VIOLENCIA DO ICE

 Está complicado entender a estratégia da extrema direita nos EUA. É tudo explícito em demasia. Quer dizer que Trump (leia-se republicanos e sionistas) coloca poder nas mãos de um grupo de outro país, treinado em táticas de repressão e assassinatos por Israel, para perseguir cidadãos americanos e imigrantes , prendendo até criancinhas, assim, de cara lavada, sem disfarçar e evidente semelhança com as ações do nazismo e outros governos genocidas?

Por que?

Não deve ser por chantagem do caso Epstein, já que o mundo inteiro já sabe que Trump é pedófilo e tudo mais de ruim que ainda possa emergir dos milhões de documentos neste caso escabroso.

Não é também para conquistar a permanência na presidência dos EUA, já que possui garantias de uma maioria republicana no Congresso americano.

Há quem diga a intenção é provocar caos para justificar a federalização de Estados contrários à sua política eugenista e violenta.

Quem poderá dizer com certeza o objetivo de todo esse jogo sujo está fora de cena. Não é Trump ou Netanyahu, tampouco outros bonecos vestidos de líderes. Porque Trump pode cair logo adiante, mas o jogo continuará, como uma versão macabra da mitologia que coloca os deuses de um olimpo de poder financeiro manipulando vida e morte dos pobres mortais...

quarta-feira, janeiro 21, 2026

A DIREITA QUE ESCORREGA PARA O NEONAZISMO

 Quem disser que a extrema direita é feita de "mileis", "salazares" ou "trumps" está distraído. Esses são apenas laranjinhas do poder que ameaça democracias e a sobrevivência futura.

O que é extrema direita ou ultra direita? Uma denominação de um poder que pretende centralizar e tornar o mundo submisso em seu potencial humano, político, econômico.


Mas por trás das ações desse extremismo perigoso, que não respeita soberanias ou a humanidade, há um potencial financeiro que foi criado ao longo de séculos e que atingiu uma absurda concentração durante as guerras do século XX e recentes, com o domínio da inteligência artificial.


Aí você pergunta: ora, ora, isso não seria teoria da conspiração? Essa mania de tentar explicar fatos adversos como sendo causados por grupos secretos como sionistas ou marcianos, ou reptilianos, etc e tal?


Bem, muita gente que se corrompe e morde a própria cauda integrando grupos extremistas, eugenistas, xenofóbicos, racistas, que alimentam a tese da supremacia racial e apoiam o controle genético, nem sabe direito onde está se metendo.


João Klug, um estudioso da História Social, define o neonazismo como "o velho nazismo acondicionado" aos novos tempos. E isso encontra lógica na maneira que a extrema direita opera, em seus slogans e na sedução programada de pessoas, jovens ou não, que tem baixa autocrítica e diferentes graus de psicopatia.


Mas o que ou quem coordena essas ações que "lavam" a capacidade cognitiva e tornam pessoas que seriam razoavelmente pacíficas em uma sociedade ética, tornando-as violentas e imunes aos bom senso?

Calcula-se que em São Paulo haja mais de cem células neonazistas, segundo estudos realizados pela pesquisadora Adriana Dias.

Mas o lugar onde há mais grupos, proporcionalmente, considerando a quantidade de habitantes, é em Santa Catarina.


A explicação para isso remonta ao final da segunda guerra, quando nazistas que anteciparam a derrota em 1945 evadiram-se para os EUA e América do Sul, na Argentina e no sul do Brasil. Incluindo carrascos como Franz Stangl e Josef Mengele, o "anjo da morte" de Auschwitz.


Portanto é fato de que a extrema direita é uma realidade perigosa e avança no mundo todo, independente das loucuras de Trump, que fez com o sionismo americano deixasse os bastidores para o palco global.

quinta-feira, janeiro 15, 2026

A EXTREMA DIREITA NUA E CRUA

 É assustador acompanhar o crescimento da violência da extrema direita dos EUA e Israel.

Por que, se isso sempre aconteceu? Afinal os EUA sempre tiveram um perfil invasor e colonialista e Israel repetiu a prática desde que conseguiu a primeira área na Palestina.

O que mais assusta é que a política sionista não esconde mais a violência, não tenta argumentar ou justificar, não mostra preocupação em dar algum ar de legalidade à sua ação criminosa.
A extrema direita, com Trump, quer mesmo é desafiar o mundo, como se já tivesse autorização do destino para imperar acima do bem ou do mal!

Aí você percebe que essa extrema direita, o neonazismo descarado, o sionismo violento, resolveram que "vai ou racha". Vai porque intimida todos os países, invadindo nações de menor ou nenhum poder bélico.

Afinal, o Sionismo tem nas mãos as big tech, a maior arma de manipulação e espionagem do planeta, com poder de interferir também na maioria dos ataques bélicos.

Por isso as figuras colocadas à frente, como Trump no caso dos EUA, seguem "comendo pelas beiradas", desestruturando os países árabes e invadindo "discretamente" países, como a Venezuela no absurdo sequestro de Maduro. De maneira confiante, considerando que essa estratégia não dará motivo suficiente para o poderia bélico da China, Rússia, Índia e Coreia do Norte ser acionado, apenas ficar de prontidão caso pisem nos seus respectivos calos.

Mas o mundo pode ficar tranquilo com essa estratégia que destrói soberanias evitando uma guerra perigosa com as grandes potências?

Parece óbvio que não! Porque pisar de leve nos calos dos grandes não resulta em resposta imediata, mas não evita o perigo de uma guerra futura. A infiltração de agentes da inteligência, seja CIA, seja Mossad, como no caso do Irã, para criar o caos, indica que não há como permitir esse avanço sobre os países árabes e a América Latina, sem pagar um preço altíssimo para o mundo, incluindo as grandes potências.

Ao tentar dominar e invadir países através da derrubada de democracias com golpes para exercer controle ou simplesmente assassinar ou sequestrar lideranças para impor condições, os EUA e Israel (Trump age juntamente com Netanyahu e mercenários sionistas) apostam que as grandes potências não vão arriscar uma guerra nuclear que não só destruirá a economia mundial, como a sobrevivência de todo o planeta, a curto ou longo prazo, dependendo do poder dos ataques.

Por isso é assustadora a confiança dessa extrema direita que resolveu despir o falso véu de democrática.

terça-feira, janeiro 06, 2026

A ONU SEM PODER DAS NAÇÕES UNIDAS

 Todos sabemos que a ONU ou Organização das Nações Unidas, foi uma criação dos EUA e parceiros, como o Reino Unido, em 1945, logo após a investida do exército russo enfraquecer o nazismo na Alemanha e levar à vitória dos aliados.

Para que serve a ONU? Ou melhor, a quem serve a ONU...Obviamente sua criação foi baseada na necessidade de uma democrática participação mundial para manter a paz e a segurança internacional. 

Mas a representatividade nas cadeiras com direito ao voto foi parcial! Os 51 países membros foram limitados por cinco membros do Conselho permanente, encabeçado pelos EUA, França, Reino Unido, Rússia e China. Apenas esses tem direito ao veto e os EUA utilizam seu poder de veto à vontade. 

Em 1947 a ONU aprovou a partilha da Palestina. Os judeus e os  sionistas, claro, aceitaram a oferta, mas os árabes não acharam certo ceder suas terras nessa decisão externa. A partir desse momento, o papel da ONU começou a ser observado pelo mundo e a pergunta surgiu: quem manda na ONU?

Neste momento de grande tensão mundial, quando os EUA  (e seu  porta-voz) presidente Trump ameaçam invadir soberanias sob argumentos abusivos, a limitação da Organização das Nações Unidas fica óbvia. Sua estrutura de poder de voto e de vetos não tem representatividade internacional. Os membros podem opinar, discursar e votar, mas os países não tem força para impedir os interesses norte-americanos. 


segunda-feira, janeiro 05, 2026

INVASÃO, SEQUESTRO E ASSASSINATOS, A SAGA DOS EUA NA VENEZUELA

Os EUA tentam se impor através do medo e da humilhação de líderes de países que se recusam a ser comandados por interesses externos. É uma espécie de "lição" que evidencia a ameaça a todos que se recusarem a ajoelha-se diante de suas vontades econômicas e políticas.

Isso não é novidade. Mas a exposição clara de suas ações é inédita!

Os grupos de poder extremista sediados principalmente nos EUA, que atuaram no último século financiando o poder cultural e domínio da mídia para comandar a economia mundial e criar o maior poder bélico do planeta, agora, diante da perda de influência no mundo global, abrem o jogo para invadir abertamente a América Latina.

A pergunta é: por que o mundo que depende do livre comércio e da ética internacional parece reticente  em obrigar um recuo dos interesses nocivos dos EUA?

Talvez porque a estratégia tenha sido justamente "comer pelas beiradas", ou seja, os EUA implantaram ao longo do tempo invasões diretas e indiretas (beneficiando-se de golpes de Estado e criando maiorias da extrema direita em ambiente legislativo dos países) e paulatinamente foram neutralizando oposições.

Não fez ainda "guerra aberta", como no caso do Oriente Médio desde que instalou Israel e o regime sionista na Palestina. Utilizou uma guerra de bastidores, como cupins roendo silenciosamente as soberanias.

Por esse motivo a  "sinceridade" trumpista adotada no momento surpreendeu o mundo. Literalmente, os EUA abriram o jogo ao realizar o burlesco sequestro de Nicolás Maduro e de sua esposa, surpreendidos enquanto dormiam no quarto pelas "forças especiais" (como se essa especialidade justificasse a  violência e o crime de invasão) em uma ação marginal que assassinou friamente pessoas que faziam a segurança do presidente venezuelano e de civis que estavam próximos a "explosões estratégicas" em Caracas, Miranda, Aragua e La Guaira.

Para coroar o seu poder imenso diante do mundo, os EUA carregaram Maduro de correntes e algemas, cobrindo seus olhos e cabeça com um saco preto (quee dizem por aí ser um boné do mickey mouse...) e espalharam as fotos do presidente venezuelano dominado pelo imperialismo americano.

O que também não é novidade. Outros líderes que se atreveram a desobedecer as ordens dos EUA na exploração de recursos naturais de seus países, também foram submetidos à humilhação pública, que já é uma ameaça aos outros países.

A Venezuela foi a vítima desta vez porque, como o próprio Trump declarou, não cedeu as suas reservas de petróleo (a maior do planeta) aos interesses corporativos dos poderosos grupos dos EUA.

Quem será a próxima vítima?  

Aparentemente toda a América Latina está na mira e utilizar metáforas ou diplomacia não devem surtir efeito para impedir a fúria conquistadora da extrema direita ou do sionismo no mundo. Grosseiramente falando, os EUA querem toda a América Latina sob seu domínio nos bastidores, em uma democracia relativa e uma farsa da livre soberania. Na mira estão países como o México, Colômbia, Cuba e também o Brasil, com suas  reservas hídricas, minerais e naturais que fazem inveja ao resto do mundo.

É bom lembrar que os EUA já contam com líderes da extrema direita na Argentina, Uruguai, Equador e Chile.

O que vai acontecer  com a democracia brasileira com esta ameaça dos EUA?

sábado, janeiro 03, 2026

MOCINHOS E BANDIDOS EM TERRAS SEM LEIS

 Os EUA de Trump quer ser temido pelo mundo?

Como não temer a ausência da ética e do respeito, que permite invadir um país sorrateiramente e sequestrar um governante?

Não é possível aceitar uma ação que vem se repetindo perigosamente. A invasão de países com ou sem guerra aberta é condenável.

EUA e Israel tem a mesma linha de ação. O regime sionista de Israel cria justificativas para invadir países do mundo árabe, enquanto os EUA criam atritos na Europa, com uma desastrada interferência na Ucrânia, e investe contra a América Latina, mirando a Venezuela e suas riquezas minerais, enquanto tenta limitar a autonomia de toda América do Sul!

Existe outra leitura de todos os acontecimentos registrados?

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