terça-feira, julho 04, 2006

Que bagunça de concessão é essa?

A Folha publicou uma matéria dizendo que o governo fez uma manobra para ajudar radios e tvs do fechamento por situação irregular. Fala em "ato inédito" e coloca declarações de políticos dando a entender que "é muito estranho".

Se eu não estou completamente burra, o "estranho" é mais amplo e foi omitido da matéria. Por exemplo, as concessões à esses políticos foram realizadas em governos anteriores, como o de Sarney e de Fernando Henrique Cardoso. Uma verdadeira aberração!

Por que, aberração? Ora, quando políticos do PSDB, PFL, PMDB, PTB, enfim, de quase todos os grandes partidos, conseguiram as concessões de rádios e televisão, gentilmente cedidas cedidas por nossos governos, como o de FHC, poucos levantaram a voz no Congresso. E onde estão as regras e a fiscalização que justificam essas concessões e garantem a qualidade do material veiculado por todas essas rádios e tvs?

Mesmo porque, políticamente, isso interessava aos nossos senadores e deputados e respectivos partidos políticos na época das concessões. De maneira tão óbvia, que muitos sequer se esforçaram em manter regularizada a situação dessas empresas.

Agora, às vésperas das eleições, o Congresso resolveu fazer a lição de casa, colocando contra a parede 225 radios e tvs que estão em situação irregular há até ( pasmem) 15 anos?

Que é que o Congresso fez durante mais de uma década? Ignorou as irregularidades. E agora quer "trabalhar" em cima dessas concessões, correndo? A trôco de que?

Parece oportunismo político e eleitoral. Mas acho que não é só isso. Veja bem, vamos ser imparciais: se o ministro das Comunicações Hélio Costa não tomasse atitude nenhuma, a oposição iria condenar o governo por "omissão" de ajuda à essas rádios e tvs; mas se tenta evitar esse "trabalho duro do Congresso"`no momento eleitoral, também fica em situação difícil.

Ou seja, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come! É esta a tática da oposição para as eleições, a de criar celeuma em torno de velhos problemas que ela própria criou!

O pior que é uma atitude constrangedora para o povo brasileiro, que é tratado como se fosse burro! Ninguém quer teatro eleitoral! O que se quer é o verdadeiro combate à corrupção e a reabilitação da ética na política.

Agora, que confusão para o eleitor, hem? Por falar nisso, você já tentou saber quais partidos políticos dominam de forma direta ou indireta a nossa imprensa?

É bom prestar atenção. Abra o olho!

segunda-feira, julho 03, 2006

MOMENTO QUIZ !

Responda essa: quantas emissoras de rádio, televisão, revistas, jornais, editoras, enfim, quantos orgãos da imprensa pertencem à políticos, de forma direta ou indireta?




E TEM MAIS:



Você já ouviu esta frase: "Ai, não quero nem saber de política, é muito complicada!"...

Será mesmo? O que é manipulação de informação? Promessas de campanha?

Qual o risco de um voto sem consciência política?

Se você não sabe responder a estas questões, vamos discutir! Envie as suas dúvidas.

Agora, se você sabe, opine! Vamos discutir também!

quinta-feira, junho 29, 2006

Correndo atrás do prejuízo

Você se recorda do rombo milionário nos cofres do governo, envolvendo o ex-juiz Nestor Santos e os advogados Jorgina de Freitas e Wilson Escócia da Veiga? Juntos eles desviaram cerca de US$ 500 milhões do INSS, nos anos de 1990 e 1991 principalmente.

Escócia faleceu nesta madrugada de causas naturais, no hospital penitenciário, em Bangú.

A sua morte trouxe o caso novamente à tona ( da memória popular), lembrando o sofrimento com a corrupção. Ela vem de longe, está entranhada no país, mas pode ser combatida. Há casos em que sequer se tem idéia do volume de dinheiro que foi desviado para o exterior.

As perdas, porém, são imensas. E a recuperação muito ínfima! Neste caso do ex-juiz Nestor Santos, de Jorgina e Escócia , foram recuperados R$ 18,1 milhões em dinheiro, na venda de 36 imóveis e no leilão de 522 kg de ouro, além de R$ 4,3 milhões desviados pelo ex-juiz Nestor Santos para a Suiça.

Há dois anos a Advocacia geral da União conseguiu decisão da justiça suiça para repatriar US$ 4 milhões desviados pelo juiz Nicolau dos Santos Neto (dinheiro desviado das obras do Fórum Trabalhista de São Paulo).














Em compensação até agora não se conseguiu nenhum resultado na tentativa de reaver a fortuna desviada por Paulo Maluf, ex-prefeito e ex-governador de São Paulo em várias gestões. Entre muitos outros casos e muitos outros milhões que sairam do país ilegalmente.

quarta-feira, junho 28, 2006

Perseguindo a Justiça

"Li matéria publicada neste blog a respeito de defesa do consumidor e devo parabenizar a maneira como as questões estão sendo explicadas, está tudo bastante acessível (...) Pergunto eu: adiantará saber dos direitos quando encontramos uma Justiça que não funciona? (...)

A Justiça funciona, Eliazar, o problema é que não funciona dentro da necessidade, que é grande. Por que? Porque quanto maior é a falta de fiscalização e a demora no julgamento dos processos, além da postura de alguns juizes que punem grandes empresas infratoras com valores irrisórios demais para que evitem a repetição dos erros, maior o volume de processos que se sucedem, lógico!

A falta de agilidade na Justiça é complicada e envolve muitos fatores. Uma das tentativas de agilizar processos simplificados, evitando que se amontoem entre os mais complexos, é o Tribunal de Causas Cíveis ou de Pequenas Causas.

Funciona, claro que com maior ou menor eficiência, dependendo do conjunto de profissionais que atua. Por isso há alguns que oferecem melhores resultados do que outros.

Os juristas citam vários outros fatores que atrasam os processos, mas a mentalidade de nosso sistema judiciário é certamente o nosso maior problema. A estrutura toda, inclusive a responsabilidade dos cartórios e de seus funcionários e dos próprios advogados, precisa de revisão.

Há recursos demais, que visam apenas atrasar o processo, pois não oferecerem resultado prático a não ser conturbar ainda mais todo o sistema. Além disso nossos magistrados são, antes de juizes, cidadãos que foram moldados pela nossa cultura, com todos os seus acertos e falhas e até questões culturais podem pesar nas mudanças necessárias. Lembre-se que a corrupção é um risco, conforme ficou comprovado no caso do juiz Nicolau dos Santos Neto ( O Lalau, lembra?) entre outros casos.

Agora, que fazer? Tolerar o sistema cheio de falhas?

Claro que não! O Judiciário não tem dono, pertence à toda sociedade, integrando um poder que precisa ser respeitado, mas não imune à mudanças que favoreçam a qualidade de sua ação e o cumprimento de seu objetivo.

Mas veja bem, no caso do consumidor, as ilegalidades são fartas demais. É melhor prevenir do que remediar. Ou seja, o consumidor deve estar atento e exigir seus direitos antes de cair nas esparrelas do mercado, evitando os processos.

Agora, se isso não for possível, não tem jeito: é preciso denunciar! Não se pode deixar que a imoralidade a ilegalidade se tornem "rotina". Não se pode aceita-las sob hipótese alguma, mesmo que não haja um retorno imediato para os prejuízos materiais ou morais.

Não desanime, que assim como você, há mais pessoas preocupadas em recuperar a eficiência de nossa Justiça, do que o contrário! E continue questionando e participando!

segunda-feira, junho 26, 2006

Um preço na prateleira, outro na máquina!

"(...)Mas o preço que estava marcado na etiqueta na prateleira não foi o mesmo registrado na hora de pagar (...) O que se faz em um caso desses? Devolvo o produto?"

Isso costuma ocorrer com alguma freqüência, porque a maioria dos consumidores não observa com atenção a diferença de preço nas gôndolas e prateleiras ou os cartazes de oferta e o preço registrado na leitura das barras, que afinal é o preço programado para cobrança.

Para começar, o preço do produto deve ser colocado "no produto", ou seja, o certo é o preço estampado na unidade, para o consumidor comparar no momento do pagamento.

Mas ainda assim se o preço estiver na etiqueta na prateleira ou gôndola, e houver diferença, vale o valor menor. Se no espaço do preço anunciado estiver qualquer outro produto, a lei exige que a venda seja efetuada pelo preço afixado. Por exemplo, o preço na prateleira é de uma marca mais barata, mas o produto é de outra mais cara. Não importa, ainda que seja o preço de uma caixa de fósforo com cogumelos ocupando o espaço correspondente! Nesse caso, o cogumelo deve ser vendido pelo preço fixado, ou seja, pelo preço da caixa de fósforo!

O que você deve fazer quando o preço na prateleira não corresponde ao preço da leitura no caixa?

Exigir correção imediata. Pela lei, você já tem direito à devolução em dôbro do que lhe seria cobrado (indébito).

Agora, mesmo que seja uma diferença de centavos, reclame! O importante é a moralização e o respeito ao consumidor. E não se deixe intimidar pelos argumentos das lojas: uma grande rede de supermercados recolhe em centavos milhões de reais ao mês. Não é uma atitude dentro da legalidade, seja ela causada por desleixo ou má fé

Não aceite "venda casada"


"(...) Tive de fazer um empréstimo de emergência para cobrir o cheque especial, mas no momento o funcionário do banco ficou insistindo para que eu fizesse um seguro de vida, além de um título de capitalização (...)

Isso é péssimo! A pessoa recorre ao banco em uma emergência, geralmente no desespero por se encontrar pressionada pelos juros do cheque especial, como no seu caso, e acaba aceitando qualquer condição, com receio de não obter um empréstimo!

Essa situação que você relata pode ser considerada "venda casada", ou seja, uma forma de pressão, muitas vezes sutil, para que o cliente aceite serviços e aplicações que não faria, se pudesse optar.

É crime previsto no Código do Consumidor. Uma boa forma de evitar tal pressão é comparecer ao banco acompanhado de alguém. Em geral isso desestimula essa prática, já que uma testemunha facilita qualquer ação posterior do cliente contra o banco.

Lembre-se que a entidade financeira já está no lucro, com seu movimento e juros da conta do cheque especial e com os juros do empréstimo que você vai fazer e, se houver venda casada, com seu novo seguro de vida e com a capitalização, que em geral oferece prêmios, mas impõe depósitos mensais que se não forem feitos, justificam a perda de todo dinheiro investido até aquele momento.

Se você está fazendo um empréstimo por estar sem recursos para pagar o próprio banco, tem cabimento gerar mais dívidas ainda com as mensalidades do seguro e da capitalização que exige no mínimo dois anos de participação antes de permitir que você use seu dinheiro?

Abra esse olho!

quinta-feira, junho 22, 2006

Politica para fitoterápicos


O país pode contar, a partir de hoje, com a Politica Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, graças a assinatura do decreto pelo governo federal.

Isso é importante: na briga pelo controle das opções de tratamento, que sempre teve como desfecho o domínio das grandes multinacionais de medicamentos, a utilização de medicamentos fitoterápicos aconteceu de maneira descontrolada e pouco eficiente.

Há outro fator que torna a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos indispensável: a proteção e regulamentação de nossa reserva natural.

O Brasil possue um verdadeiro laboratório natural em sua flora, um tesouro que vem sendo explorado irregulamente. Pesquisadores de outros paises invadem o espaço brasileiro, recolhem produtos e criam patentes desvirtuando sua origem e complicando o futuro da pesquisa e comercialização no país.

Acredita que há nomes originais de nossa flora, conhecidos através de séculos, que não podem ser usados pelos brasileiros por causa de recentes patentes irregulares de outros paises?

As plantas e ervas - assim como toda a gama de alimentos naturais - possuem princípio ativo potente e vêm sendo utilizadas durante toda história humana.

Acontece que o conhecimento na utilização dos fitoterápicos, que existia nas comunidades de várias culturas, perdeu-se nas gerações que se sucederam no processo de industrialização e tecnologia. O que tornou perigoso o uso de tratamentos alternativos pela falta de orientação e controle da qualidade dos produtos colocados ao consumo.

Com a nova política, o controle da qualidade e a fiscalização da autenticidade de fitoterápicos permitirão maior garantia e novas alternativas para o tratamento de saúde, de maneira eficiente e custo muito mais acessível, já que os fitoterápicos em geral são consumidos sem manipulação em laboratórios.

quarta-feira, junho 21, 2006

Quem impede a liberdade da imprensa?

Recebi um comentário, em um artigo que criticava a Revista Veja pela maneira parcial com que aborda fatos alardeados, mas não comprovados, onde o leitor estava indignado com a postura de outro orgão de imprensa, o Jornal Estado de São Paulo.

Segundo sua reclamação, ele havia postado um comentário ao Fórum por várias vezes, sem que fosse publicado. Até o momento em que, enviando uma reclamação, recebeu uma resposta grosseira, que acusava de "petistas" todos os que discordavam da linha do jornal.

Pediu um comentário a respeito, afirmando que tem prova do que está falando, uma cópia do e-mail e todos os comentários que mandou ao Fórum. "Eu não sou petista, mas fiquei horrorizado com a maneira discriminatória com que esse partido é tratado na imprensa".

Também fiz um teste com o "Forum" do Estadão, emitindo opinião contrária ao PFL e PSDB e recebi a resposta de que a seção não podia publicar opiniões "mal escritas" e também fui chamada de "petista", como se isso fosse um defeito e não o usufruto de uma liberdade de opção prevista na Constituição Federal.

Por um acaso, não sou filiada a nenhum partido, tampouco defendo bandeiras políticas. Minha preocupação é a de qualquer cidadão responsável.

E, sim, também tenho provas desse tipo de tratamento!

O leitor quer saber se pode processar o jornal "Estado de São Paulo".

Pode processar, principalmente partindo da ofensa de discriminação, aliada a uma postura pouco adequada e comprovadamente fora dos padrões exigidos pela ética da imprensa brasileira. Que afinal, tem regras claras!

Mais uma vez se confunde liberdade de expressão e compromisso com a verdade, com ofensas e afirmações sem provas. É muito fácil distorcer um fato. Basta, muitas vezes, uma ""vírgula" aqui, com uma omissão ali!

Por que isso acontece? Primeiramente, é preciso esclarecer uma coisa: a imprensa surgiu da necessidade da sociedade organizada de defender os direitos comuns. Os seus princípios são claros e puros e o próprio profissional de jornalismo sempre teve um perfil de defesa dos direitos da comunidade, uma espécie de paladino da justiça nas letras.

O marketing veio da necessidade de manutenção da estrutura da imprensa. Teóricamente não deveria interferir na fidelidade dos fatos publicados e isso aconteceu.

Mas a história do jornalismo não conseguiu impedir que a processo se invertesse, ou seja, ao invés de buscar manutenção financeira, na base da divulgação pura e simples, para poder comunicar-se de maneira leal com o leitor, parte da imprensa foi tomada por empresários que queriam fazer seu marketing pessoal ou comercial utilizando a estrutura da imprensa!

Deu para entender? Não existe portanto imprensa livre, quando há comprometimento político e financeiro. É obvio que mesmo na imprensa comprometida existe um serviço à população, porque nem todos os assuntos abordados são voltados para o marketing, político ou não.

Ou seja, há momentos em que se respira a verdadeira razão de ser da imprensa. Mas é a tal história do joio e do trigo!

A imprensa é poderosa e todos a temem! Mas a fonte de poder da imprensa provém justamente de seu compromisso com a verdade. Se seu papel é desvirtuado, ela cai no descrédito!

A figura do jornalista fiel, do reporter em busca da verdade, ainda existe. Mas nada garante que não pode ser sufocada pelo poder da comunicação voltada para o marketing político, por exemplo. O sujeito trabalha de forma honesta, mas seus levantamentos podem ser "censurados" antes da publicação.

Censurados como? Pelos próprios orgãos de imprensa comprometidos com o marketing e não necessariamente com a verdade.

Chocante? Não, verdadeiro!

Vamos levantar quantos orgãos da nossa imprensa, falada e escrita, não têm entre seus proprietários partidos políticos, de forma direta ou indireta?

Abre o olho!

terça-feira, junho 20, 2006

Liberdade de expressão e política


"Gostaria de saber sua opinião (...) há limites para a gente expressar a opinião? Quer dizer, em uma campanha política cada um pode falar o que quiser, na base do vale-tudo? (...)Vocês escrevem o que pensam de verdade? (...)

Não Darcy, não escrevemos tudo que pensamos. Profissionais da mídia tem limites e devem cuidar ao máximo da informação, que deve ser a mais honesta possível. Opiniões pessoais representam uma tendência e, portanto, sempre vão representar a experiência de quem as está formulando.

O correto é escrever o que se observa nos limites da ética, ou seja, não se pode usar um espaço público ofender alguém  por simples antipatia ou oposição ou elogiar pelo oposto . O trabalho na área de comunicação envolve respeito aos direitos alheios, principalmente quando se tem o poder da mídia.

Agora, cabe a você ( que se diz desencantado e frustrado com o futuro) analisar e descobrir quando uma informação ou crítica é parcial, ou seja, quando ela é "encomendada" para a mídia, visando interesses financeiros (o que não deixa de ser uma forma de corrupção), quando ela é equivocada (por falta de informação e checagem das fontes ou mesmo distorção na interpretação da realidade) ou absolutamente imparcial.
Vale tudo na campanha política? Devemos admitir um "vale-tudo" , com objetivo de confundir a informação popular?
Não, certamente não. Mas infelizmente, a comunidade parece não ter preparo para saber o que é "normal" na batalha pelo poder eleitoral e o que é abusivo, imoral e ilegal.

Observe a ação de cada um. Analise a imprensa. Você vai descobrir que há muita encenação política e, infelizmente, muita afirmação distorcida na imprensa. Deduza por si mesmo e não se deixe influenciar por fatores superficiais!

Abra o olho! (Mas mantenha a cabeça no pescoço)...

Wikipédia está sendo desrespeitada

O uso da Wikipédia, uma enciclopédia mundial que é aberta não apenas à fornecer informação, mas a receber acréscimos de dados, está sendo vítima de má fé e utilização de informação dirigida à mídia.

Qual o pior uso indevido, que está tornando o site manipulado?

Mídia política!

Partidos ou partidários estão invadindo as informações, colocando material que não está permitido e que distorce o sentido de comunicação ampla e livre da comunidade, que é afinal a proposta do software livre, uma conquista importante para a livre expressão, em um mundo que pretende respeitar o direito individual do acesso à informação imparcial e não controlada pela mídia.

O material editado contraria as normas e os princípios dessa participação livre. É retirado de algumas matérias sensacionalistas e sem crivo legal.

Voltamos à questão: liberdade de expressão não significa uso indevido de espaço para distorcer a informação.

É o que está acontecendo nas informações sobre politica partidária e partidos políticos, que deveriam ser exclusivamente informativas e técnicas e vem sendo usadas para "espalhar" informação da mídia política e partidária.

Opine sobre esse assunto e lembre-se:

Um dos exemplos mais interessantes de software livre e de uma nova mentalidade que pretende ampliar a qualidade da informação é a Wikipédia. Uma enciclopédia com livre participação, onde informações são acrescidas pelas pessoas que dominam o conhecimento de determinado assunto ou campo de pesquisa.

Existem correções. Não é incomum encontrar informações mal elaboradas ou erros gramaticais, que são corrigidos no processo de participação nas edições.
Mas até que ponto o conteúdo pode ser alterado? Informações técnicas, obviamente, não pessoais ou fictícias. Pense nisso e abra o olho!


ALGUMAS NORMAS PARA USO DA WIKIPÉDIA

Não é uma fonte primária de dados. A informação é editada por wikipedistas que pesquisam assuntos noutras fontes e inserem os seus artigos originais, ou completam, corrigem e complementam verbetes já inseridos.
Não é um dicionário, não é um prontuário ortográfico, nem é um dicionário genealógico ou biográfico.
Não é um fórum de discussões, apesar de haver áreas para discussão em cada página, e mesmo páginas para troca de idéias da comunidade.
Não é um diretório de links; os verbetes devem ter apenas ligações externas relevantes e com um conteúdo original e bem desenvolvido.
Não é um repositório de currículo (CV).
Não tem conteúdo reservado. Os conteúdos inseridos devem ser de domínio público ou regidos por licenças de uso do tipo GNU FDL.
Não é um manual de software ou jogos.
Não é um BLOG, FLOG ou similar. Apesar de ter conteúdo livre e atualizado de acordo com os wikipedistas, a Wikipedia não é um espaço para veiculação de informações pessoais.
Não é um repositório de textos prontos, tais como resenhas, monografias, teses, papers, ensaios ou qualquer outro texto pré-fabricado e elaborado para outros fins não-enciclopédicos. (Fonte Wikipédia)

Entre outras exigências para o livre usufruto do espaço, há um aviso que deve ser respeitado por todos os internautas:

"Assumir a boa fé é um princípio fundamental em qualquer ambiente colaborativo, assim como em qualquer wiki, incluindo a Wikipédia. Como permitimos a edição por qualquer pessoa, assumimos que a maioria das pessoas que trabalham no projeto estão a tentar ajudar e não prejudicar. Se isto não fosse verdade, um projeto como a Wikipédia estaria condenado desde o princípio" (fonte Wikipédia "Trabalho em equipe")

segunda-feira, junho 19, 2006

Ameaça americana

Os europeus continuam a ver os Estados Unidos como a principal ameaça à estabilidade política do mundo, considerando que a maior economia mundial é potencialmente mais perigosa do que países como o Irão e a China.

Segundo os resultados uma sondagem para o «Financial Times», realizada junto de cinco mil pessoas em cinco países (Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Espanha), 36% dos europeus acredita que os EUA são a maior ameaça à estabilidade mundial, seguindo-se o Irã (30%) e a China (18%).

Estes dados foram divulgados na véspera da vinda de George Bush à Europa. O presidente norte-americano chega esta quarta-feira a Viena para a cimeira anual ( encontro de líderes desses paises) entre os Estados Unidos e a União Europeia.

No encontro, Guantanamo promete ser um assunto central, com os europeus a pressionarem para o fecho da prisão onde, a margem da lei, estão detidos centenas de alegados terroristas.

sexta-feira, junho 16, 2006

Sua privacidade em risco

O governo do Estado tem um projeto que autoriza empresas particulares a administrar e vender a base de dados com ficha pessoal de todos os cidadãos que tiraram documentos no Estado de São Paulo. A lei atual determina que sigilo e manutenção desses dados são de responsabilidade do poder público.

Que é isso?
Será que estamos entendendo o que está acontecendo?
Você sabe o que isso representa?

É inacreditável! Veja bem, ninguém tem a ilusão de que os dados pessoais estejam realmente a salvo, em absoluto sigilo, como determina a lei. De uma forma ou de outra, através de cadastros realizados em várias modalidades, no sistema financeiro, por exemplo, ou na saúde ou no comércio. Mas pelo menos sabe-se que o repasse dos dados constantes nos cadastros é feito de forma ilegal.

Mas é apenas esse o problema? Dados pessoais que constam em cadastros de supermercados?

Não, infelizmente a situação é bem mais grave.

Os dados em questão, em posse do poder público, envolvem todos os detalhes da vida do cidadão. Por exemplo, sua documentação, vida familiar, sua condição sócio-econômica, se ele sofreu processos, foi preso por algum delito, se deixou de pagar a prestação da geladeira e, por tabela, muito mais, como minúcias de sua vida registrada em entidades, inclusive hospitais. Por exemplo, se ele tem ataques histéricos, hipertensão, câncer ou unha encravada!

Parece filme de ficção, mas é a realidade. O modelito para o controle do cidadão é americano. Segundo informações da imprensa, uma equipe da Policia Civil esteve nos Estados Unidos, para entender esse modelo na prática.

Fazia parte dessa equipe o direitor do Instituto responsável pelas fichas dos cidadãos brasileiros que tiram sua documentação em São Paulo.

Repassar informações pessoais ao setor privado é um absurdo. Em um momento onde a sociedade discute a necessidade de recompor a cidadania, o respeito às instituições, a ênfase à responsabilidade do indivíduo no meio social, que caminha para o caos, aparece um absurdo como este.

Ainda que os defensores de tal modelo tentem argumentar, mostrando vantagens do PPP (Parceria Público-Privada), é inegável e insofismável a negociação desses dados, ou seja a exploração comercial de informações sigilosas da população. Além disso, todos sabemos como esses dados ficarão vulneráveis à fraudes ou ao "mercado negro" de informações.

Como fica o cidadão?

Apenas um plebliscito poderia motivar um possível estudo de alguma vantagem diante do risco de tal projeto. Sem isso, tal ação parece ilegal, tanto quanto a quebra de sigilo bancário de um caseiro.

Essa história não vai bem. É melhor avaliar com imparcialidade esse projeto do secretário Saulo de Abreu Filho, que infelizmente já conta não só com apoio do governo de São Paulo, como com investimentos para aprendizado do modelo americano.

Feriados, greves e INSS

A população que depende dos serviços do INSS - Instituto Nacional de Seguridade Social, está traumatizada há tantos anos, que vêm alimentando um novo comércio no país, o "enfrenta-fila", recurso que surgiu há muitos anos atrás para driblar a longa espera no atendimento.

Mas há um problema: apenas podem usufruir dessa estratégia irregular quem pode pagar! Quem está enfrentando a fila porque precisa de recurso imediato de sobrevivência, não tem como escapar!

De quem é a culpa? Para os usuários que estão na fila, a maior responsabilidade fica mesmo com os funcionários. Por que? Ora, quem "freqüentar" as longas filas do INSS, em todo Brasil, com tempo de sobra para conversar, vai ouvir, entre outros, o seguinte comentário: metade do ano os funcionários do INSS fazem greve; na outra metade, estão usufruindo dos feriados nacionais, os mais fartos do mundo.

Aliás, nem precisa de feriado: ainda que a Copa do Mundo movimente o interesse nacional, uma das críticas mais violentas relacionou o jogo Brasil X Alemanha como um "ativador" de feriado extra. É que no dia de jogo, os funcionários do INSS, apesar dos feriados e das greves, também querem parar!

Há também reclamações pela maneira como parte dos funcionários conduzem o atendimento. "A impressão que tenho é que estou dependendo de um favor deles", declarou uma professora, reclamando do "extremo constrangimento" a que é submetida sempre que precisa comparecer ao INSS. "Devo me sentir assim? Quase suplicando por atenção?"

Obviamente que não! É claro que existem regras que devem ser respeitadas para não conturbar um atendimento congestionado. Mas a lisura no atendimento e a consideração que o funcionário do INSS deve aos segurados é insofismável.

São empregados do Estado, que paga para que eles exerçam o trabalho. Não há favor nenhum, apenas obrigações de todos os envolvidos nessa questão, Estado e funcionários.

Um trabalho que, afinal, é muito bem-vindo nos dias de aperto atuais. Tanto que, depois da Copa, o sonho do brasileiro é trabalhar no INSS. Afinal ali existe estabilidade, salários acima da média nacional, carga horária mínima diária, folga aos sabados e domingos, prêmios e ascenções salariais, usufruto de todos os feriados e muita, muita força nas greves...

Há alguma expectativa de melhora para o congestionamento nas agências. A Central de Atendimento, que ainda não atinge todo o país, mas está funcionando através do "Canal 135", não é uma solução, mas pode ajudar a aliviar a tragédia das filas enormes de agendamento.

Nesse serviço, que atualmente está funcionando com 300 posições, com planejamento de ampliação para 600, com capacidade para atender 4 milhões de ligações por mês, a população poderá agendar antecipadamente pelo telefone o dia de seu atendimento. A exemplo da experiência em alguns setores, inclusive na Caixa Econômica Federal, onde a situação de sofrimento popular nas filas foi atenuada consideravelmente.

Vamos torcer para que o novo atendimento realmente seja ampliado!

Boca fechada


As pesquisas de opinião estão deixando partidos como o PSDB em desespero. Além de declarações estranhas e comparações contínuas com a seleção brasileira, feitas pelo candidato Alckmin, o partido entrou com uma representação no TSE - Tribunal Superior Eleitoral, pedindo a inegibilidade do presidente Lula por suposta propaganda eleitoral antecipada.

O problema é que, de acordo com as circunstâncias do episódio em que o PSDB tenta encontrar alguma brecha para atrapalhar o próximo pleito e obter melhores chances de eleger-se, não há fundamento na representação ajuizada.

Se assim fosse, a esmagadora maioria dos nossos candidatos à cargos públicos, no Executivo e Legislativo, estaria impedida de se candidatar! O único jeito seria emudecer por completo, prejudicando o desempenho nos cargos agora ocupados. Só assim poderia ser possível evitar representações como esta, que afinal só servem para atravancar o Judiciário.

Uma boa ação do PSDB, como demonstração de seu empenho político e conquista do eleitorado, talvez fosse ajudar evitar situações ridículas para o povo brasileiro, como a homenagem à Roberto Jefferson que a Câmara do Rio de Janeiro aprovou, depois que esse partido, PSDB, discursou com tanta ênfase contra a corrupção!

Afinal o país está precisando urgentemente de trabalho sério, de confiança em seus políticos e as encenações que temos acompanhado nos últimos meses apenas deixam um gosto amargo de decepção pela falta de qualificação e capacidade política de nossos partidos.

Velhas fórmulas estão definitivamente irritando eleitores de todas as camadas sociais!

quarta-feira, junho 14, 2006

Homenagem à corrupção


A corrupção é um vício tão enfronhado na política brasileira, que dá a impressão de ser inevitavelmente “natural”. Se realizarmos uma pesquisa nos arquivos antigos de nossa imprensa encontraremos em todos os cantos do Brasil as mesmas denúncias de corrupção que vemos hoje.
Não importa a época, dez, vinte, trinta, cinqüenta anos atrás! O “modus operandi” é absolutamente o mesmo!
Incrível! Como é que alguém em sã consciência pode dizer que a corrupção é nova?
Pois bem, querem um atestado incontestável de que os velhos corruptos acham que a sociedade continua tão ignorante como nos velhos tempos da falta de informação e de força política honesta?
Aqui vai: a Câmara Municipal do Rio de Janeiro vai homenagear o Roberto Jefferson!
Está pasmo? É ele mesmo, o Roberto Jefferson, do PTB, o corrupto confesso, que se ofereceu para imolação pública em nome do poder das eleições que se avizinhavam! O mesmo que contou apenas um pedacinho da história da corrupção no Congresso, preservou os grandes corruptos de carteirinha e cantou operetas interrompidas pelas gargalhadas com o sucesso obtido na mídia!

A data escolhida tem a ver com o aniversário de 53 anos do nosso “herói”, que segundo a vereadora (e filha dele) Cristiane Brasil (PTB) “cumpriu um grande papel ao denunciar a corrupção no país”.
Não há consolo algum, apenas mais motivos para preocupações com o futuro, diante da mentalidade de nossos políticos. Como o próprio relator do Conselho de Ética da nossa Câmara Federal, deputado Jairo Carneiro, do PFL, que disse o seguinte: “Isso é a democracia e temos de respeitar. Mas ele mereceu perder o mandato por conta dos 4 milhões que recebeu e das acusações levianas que fez contra algumas pessoas”.... Ai! Onde está a sanidade neste país?
Alguém precisa ilustrar nossos políticos a respeito da democracia. Ela não significa salvo conduto para apoiar atos ilegais e danosos à sociedade.

terça-feira, junho 13, 2006

Fofoca gera danos morais


Esta aconteceu no Rio Grande do Sul: duas funcionárias de uma escola foram condenadas a pagar indenização de R$ 5 mil a uma colega de trabalho por causa de uma fofoca.

É verdade que a fofoca assumiu um caráter difamatório e prejudicou a professora em questão, tanto do ponto de vista de imagem no local de trabalho, como em danos emocionais.

A decisão foi da 9ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que considerou que boatos que têm repercussão pública denigrem a imagem de uma pessoa e, portanto, geram danos morais.

A postura da Justiça em relação a esse problema é importante. Veja bem, não existem problemas maiores ou menores quando falamos de danos morais. É claro que denegrir a imagem de um Chefe do Estado ou de uma pessoa de grande projeção ou cargo de responsabilidade ocasiona transtornos que vão além do indivíduo.

Mas do ponto de vista social e humano, a repercussão de uma intriga ou simples fofoca ou ainda qualquer artimanha maquiavélica é igualmente grave, pois a pessoa atingida é um indivíduo social.

Ainda assim, agressões verbais sem fundamento e´"denúncias" sem provas, além de situações subjetivas que coloquem em questão a credibilidade ou honra de alguém, podem ter resultados terríveis quando o que se discute é o futuro.

É o que vamos enfrentar quando tiver início a campanha eleitoral. Já se sabe de antemão, até por declarações prévias dos próprios candidatos, que os ataques e achaques vão rechear a briga pela conquista do eleitorado.

A postura da Justiça neste caso rompe uma barreira cultural, um ato importantíssimo se considerarmos a nova sociedade, que sofre com a ausência de valores morais e falta de cidadania.

Seria interessante nossos representantes no Congresso e nos governos e os partidos que os apoiam e disputam o poder nas próximas eleições, criar um tipo de campanha eleitoral inusitada: baseada em trabalho e conhecimento de causa!

Mas isso ainda é devaneio, não é?

segunda-feira, junho 12, 2006

Contratos abusivos e Cartel

(...)quando li aqui reclamações de abusos da Direct e Sky, acredito que tenha o direito de mandar a minha também, referente à Net (...)cobram as ligações telefônicas, assistência técnica e ainda por cima não respeitam os horários das visitações(...) Que é cartel? Não é isso?(...)

Aparecida, quando se fala em cartel, falamos de acordos entre empresas concorrentes, que eliminam a nossa maior defesa contra abusos na prática de serviços e venda de produtos: a livre concorrência.

Cartel é prática desonesta e não é admitida pelo seguinte: quando várias empresas, digamos, redes de supermercados, resolvem formar seu cartel, entram em acordo para eliminar a concorrência de preços.

Para compensar essa "distribuição" de consumidores, elevam os preços! Assim quando você vai comprar um produto, mesmo que ele esteja com preço absurdamente alto, não há alternativa para o consumo. Os consumidores ficam escravizados a esse esquema. A grosso modo, é quase uma extorsão.

Muito bem, no caso das tvs por assinatura ou a cabo também há risco de cartel. Mas. conforme a lei, isso ocorre de maneira irregular e se for comprovada essa prática, há sanções legais.

Agora, você diz que a Net cobra por ligações, cerca de R$1,00 . Obviamente está caracterizado abuso, pois a partir do momento em que você contrata um serviço e paga por ele, tem o direito de reivindicar atenção, orientação técnica e reclamação, sem ser penalizada.

Assistência técnica, Aparecida, depende do contrato e de outros detalhes que precisam ser observados. É verdade que nenhum contrato pode contrariar leis constitucionais, mas até o consumidor provar isso, há muito trabalho e ele fica no prejuízo.

Por esse motivo, leia o contrato antes de assinar. Não tem jeito: é preciso ler. Se for impossível (letra miúda demais, termos complicados, etc) adicione uma observação desse problema junto à sua assinatura. Pelo menos em problemas futuros o seu conhecimento do contrato pode ser contestado.

Quanto ao desrespeito à visitação técnica, isso é um problema que pode pesar no cancelamento do serviço, sem ônus e em outras ações.

sábado, junho 10, 2006

Ronaldo e Ronaldinho




Não sei o que vai acontecer, mas tem mais coisa estranha aparecendo por aí.

Estamos todos muito confusos. Quer apostar?

Então me responda esta: Ronaldo e Ronaldinho formam dupla musical ou uma dupla futebolística, esperança da Copa?

Quem respondeu, seja qual for a opção, errou! "Ronaldo e Ronaldinho", segundo Geraldo Alckmin, são ele mesmo e o Serra! É, respectivamente candidatos do PSDB à presidência da República e ao Governo de São Paulo!

O que será que Alckmin quis dizer com isso? Que entendem de futebol ou que chutam na política?

Obesidade X Cervejinha


Se você chamar alguém de gordo, vai receber, na lata, uma contra-ofensa, tipo "sou gordo, mas você bebe"...

Tem coisas que acontecem que não dá para acreditar! O mundo está pegando fogo, com guerras e violência de um lado, vulcões e terremoto de outro, e a gente ainda encontra estampadas nos jornais situações idênticas às que a gente enfrentava na infância. "Você é bôbo"! "Não, bôbo é você"!

Brincar um pouco faz bem, né?

sexta-feira, junho 09, 2006

Medindo a inteligência


"(...) Um dos testes para a obtenção do emprego que eu queria era de QI (...) Mas achei absurdo(...) Testes de QI deveriam ser proibidos, você não acha?"

Nesse caso é preciso saber os critérios da empresa na avaliação de seus candidatos. Mas medir a inteligência realmente é complicado. Será mesmo que podemos fazer isso através de algum sistema padrão?

Que a inteligência pode ser "alimentada" e aumentada e que existe um conjunto de fatores que auxiliam seu desenvolvimento desde o berço, não há dúvida.

Mas quando se fala em testes e medição de QI (Quociente de Inteligência), há ampla discussões.

No entanto, os testes de QI, fundamentados ou não, deixam para fora do mercado de trabalho muitos candidatos, além de colocar em dúvida a eficiência de crianças e jovens nas escolas que oferecem alguma oportunidade especial.

Quem não concorda com esse tipo de teste argumenta que avaliações assim não podem ser uniformizadas ou feitas em grupo. Os pontos deveriam ser avaliados individualmente e de maneira rigorosa por um profissional especializado, atento à diferenças na manifestação de cada um de suas capacidades.

Quer outra constatação de falha? Muitas vezes uma pessoas que realiza o teste pode ter variações que vão além de 40 pontos em fases distintas de sua vida, para mais ou para menos!

Há muitos outros problemas citados, como a influência do meio cultural. Até mesmo uma educação comportamental pode ser confundida com inteligência.

Não se impressione, vá à luta. Já ouviu falar em "ginástica cerebral!"? Pois é isso aí, leia bastante, pense, cante e invente, que sua inteligência vai seguir em frente.

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